Doenças que chegam com o inverno - Parte III

terça-feira, 3 de julho de 2012

Por Adriana Toledo para bebe.com.br


Pneumonia
Idade em que é mais comumQualquer idade

CaracterísticasRespiração acelerada e rápida; tosse com expectoração; recusa ao alimento; febre persistente; e respiração difícil. Apenas um especialista, no entanto, pode diagnosticar se é mesmo pneumonia ou outra infecção respiratória.

Tem vacina?Sim, mas somente contra os pneumococos, as bactérias que mais frequentemente deflagram a doença entre 1 e 5 anos de idade.

TratamentoÀ base de medicamentos e antibióticos, dependendo do grau e do tipo de pneumonia contraída. Em certos casos, a internação pode ser necessária. Como em bebês os problemas respiratórios se agravam com mais facilidade, é preciso procurar um médico o mais rápido possível.

Como evitar
Para que as crianças não se tornem vítimas, a saída é resguardá-las dos fatores de risco. “Coloque edredons, cobertores e roupas de lã ao sol, antes de utilizá-los, para eliminar os ácaros. Umidifique o ar, afaste os pequenos da fumaça de cigarro,  mantenha o ambiente limpo com um pano úmido e evite lugares fechados”, aconselha Zuliani. Essas recomendações valem em dobro para os pequenos alérgicos.

Outros hábitos positivos ajudam a reforçar as defesas contra o ataque inimigo, segundo o médico. “Estimule seu filho a ingerir bastante líquido, consumir alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, acerola e caju, aplicar soro fisiológico no nariz, praticar atividade física ao ar livre e lavar as mãos com água e sabão frequentemente e sempre que entrar em contato com locais por onde circula muita gente”.

Outra precaução que merece destaque são as vacinas. Certifique-se de que a imunização dos pequenos contra gripe e pneumococos-- bactérias que mais frequentemente deflagram pneumonia entre 1 a 5 anos de idade-- esteja sempre em dia. 

Se apesar de tantos cuidados um inconveniente desses atacar seu filhote, a ordem é consultar um especialista, sem perder tempo. “Nunca negligencie sintomas comom tosse persistente e chiado no peito, por exemplo. Eles podem indicar doenças mais sérias, como bronquiolite que, sem uma intervenção adequada, pode evoluir para insuficiência respiratória ou predispor a criança à problemas alérgicos no futuro”, alerta a pediatra e neonatologista Claudia Tanuri, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo.

Resfriado
Idade em que é mais comum
Qualquer idade

Características
Coriza; obstrução do nariz; rouquidão; voz anasalada; e febre, geralmente em crianças.

Tem vacina?
Não

Tratamento
Consiste em aliviar os sintomas e dar condições adequadas para que o organismo se recupere. Oferecer muito líquido. O uso de remédios é apenas indicado em casos mais complicados, desde com a devida orientação de um médico.

Como evitar
Para que as crianças não se tornem vítimas, a saída é resguardá-las dos fatores de risco. “Coloque edredons, cobertores e roupas de lã ao sol, antes de utilizá-los, para eliminar os ácaros. Umidifique o ar, afaste os pequenos da fumaça de cigarro,  mantenha o ambiente limpo com um pano úmido e evite lugares fechados”, aconselha Zuliani. Essas recomendações valem em dobro para os pequenos alérgicos.

Outros hábitos positivos ajudam a reforçar as defesas contra o ataque inimigo, segundo o médico. “Estimule seu filho a ingerir bastante líquido, consumir alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, acerola e caju, aplicar soro fisiológico no nariz, praticar atividade física ao ar livre e lavar as mãos com água e sabão frequentemente e sempre que entrar em contato com locais por onde circula muita gente”.

Outra precaução que merece destaque são as vacinas. Certifique-se de que a imunização dos pequenos contra gripe e pneumococos-- bactérias que mais frequentemente deflagram pneumonia entre 1 a 5 anos de idade-- esteja sempre em dia. 

Se apesar de tantos cuidados um inconveniente desses atacar seu filhote, a ordem é consultar um especialista, sem perder tempo. “Nunca negligencie sintomas comom tosse persistente e chiado no peito, por exemplo. Eles podem indicar doenças mais sérias, como bronquiolite que, sem uma intervenção adequada, pode evoluir para insuficiência respiratória ou predispor a criança à problemas alérgicos no futuro”, alerta a pediatra e neonatologista Claudia Tanuri, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo.

Rinite
Idade em que é mais comum
Após 6 meses de idade

Características
Coriza, tosse, dor de cabeça, espirros, nariz obstruído e olhos lacrimejantes causados por alguma reação alérgica ligada ao ar.

Tem vacina?
Não

Tratamento
Beber muito líquido. A higiene nasal com soro fisiológico diariamente é a primeira regra. Um médico pode prescrever medicamentos, dependendo do caso avaliado. O melhor tratamento é evitar a exposição aos fatores que causam a alergia.

Como evitar
Para que as crianças não se tornem vítimas, a saída é resguardá-las dos fatores de risco. “Coloque edredons, cobertores e roupas de lã ao sol, antes de utilizá-los, para eliminar os ácaros. Umidifique o ar, afaste os pequenos da fumaça de cigarro,  mantenha o ambiente limpo com um pano úmido e evite lugares fechados”, aconselha Zuliani. Essas recomendações valem em dobro para os pequenos alérgicos.

Outros hábitos positivos ajudam a reforçar as defesas contra o ataque inimigo, segundo o médico. “Estimule seu filho a ingerir bastante líquido, consumir alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, acerola e caju, aplicar soro fisiológico no nariz, praticar atividade física ao ar livre e lavar as mãos com água e sabão frequentemente e sempre que entrar em contato com locais por onde circula muita gente”.

Outra precaução que merece destaque são as vacinas. Certifique-se de que a imunização dos pequenos contra gripe e pneumococos-- bactérias que mais frequentemente deflagram pneumonia entre 1 a 5 anos de idade-- esteja sempre em dia. 

Se apesar de tantos cuidados um inconveniente desses atacar seu filhote, a ordem é consultar um especialista, sem perder tempo. “Nunca negligencie sintomas comom tosse persistente e chiado no peito, por exemplo. Eles podem indicar doenças mais sérias, como bronquiolite que, sem uma intervenção adequada, pode evoluir para insuficiência respiratória ou predispor a criança à problemas alérgicos no futuro”, alerta a pediatra e neonatologista Claudia Tanuri, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo.

Gripe
Idade em que é mais comum
Qualquer idade

Características
Febre; calafrios; prostração; cefaleia; dor de garganta; congestão nasal; irritação nos olhos; dores no corpo.

Tem vacina?
Sim

Tratamento
Repouso. Dependendo do caso, médicos podem recomendar o uso de antivirais que tratam especificamente a gripe.


Como evitar
Para que as crianças não se tornem vítimas, a saída é resguardá-las dos fatores de risco. “Coloque edredons, cobertores e roupas de lã ao sol, antes de utilizá-los, para eliminar os ácaros. Umidifique o ar, afaste os pequenos da fumaça de cigarro,  mantenha o ambiente limpo com um pano úmido e evite lugares fechados”, aconselha Zuliani. Essas recomendações valem em dobro para os pequenos alérgicos.

Outros hábitos positivos ajudam a reforçar as defesas contra o ataque inimigo, segundo o médico. “Estimule seu filho a ingerir bastante líquido, consumir alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, acerola e caju, aplicar soro fisiológico no nariz, praticar atividade física ao ar livre e lavar as mãos com água e sabão frequentemente e sempre que entrar em contato com locais por onde circula muita gente”.

Outra precaução que merece destaque são as vacinas. Certifique-se de que a imunização dos pequenos contra gripe e pneumococos-- bactérias que mais frequentemente deflagram pneumonia entre 1 a 5 anos de idade-- esteja sempre em dia.

Se apesar de tantos cuidados um inconveniente desses atacar seu filhote, a ordem é consultar um especialista, sem perder tempo. “Nunca negligencie sintomas comom tosse persistente e chiado no peito, por exemplo. Eles podem indicar doenças mais sérias, como bronquiolite que, sem uma intervenção adequada, pode evoluir para insuficiência respiratória ou predispor a criança à problemas alérgicos no futuro”, alerta a pediatra e neonatologista Claudia Tanuri, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigada pela a atenção!