A madrasta dos filhos

domingo, 30 de dezembro de 2012

Por Natura Mamãe e Bebê

Esqueça a bruxa má da Branca de Neve e procure encarar com tranquilidade o bom relacionamento entre o seu filho e a madrasta


É cada vez mais comum os casamentos terminarem quando os filhos são bem pequenos. Em muitos casos, ainda bebês. Cada um vai para o seu lado e, um belo dia, o ex aparece com uma nova namorada para chamar de sua, uma candidata a madrasta para o pequerrucho, com quem ele vai acabar convivendo, mais cedo ou mais tarde. Aí começa a surgir uma série de questionamentos na cabeça da mãe: "Será que meu bebê gostará mais dela do que de mim?", "Ela cuidará bem dele na minha ausência?", ou, ainda pior, "Ela vai tentar roubar o meu lugar?". 

"É uma situação delicada mesmo, são muitos os sentimentos em jogo, principalmente quando a separação é recente", ressalta Magdalena Ramos, terapeuta de casais e de família e autora do livro E Agora o que Fazer – A Difícil Arte de Criar os Filhos (Editora Ágora), escrito em parceria com o pediatra Leonardo Posternak. "Sei que é mais fácil falar do que colocar em prática, mas temos que tentar separar as emoções desse pacote e identificar o que é ciúme, o que é posse, o que é inveja", completa a especialista. 

Por mais machucados que os adultos possam estar, eles têm que colocar o filho como prioridade e jamais usá-lo como uma arma para atacar o outro. Muitas vezes a mãe faz uma série de pré-julgamentos sobre a nova madrasta do filho antes mesmo de conhecê-la. O ideal é fugir desse tipo de atitude, por mais difícil que seja. Considere que, se houver uma relação de carinho entra ela e o seu filho, isso será bom para o pequeno. "Afeto não tem limite, não existe uma cota determinada. E a mãe pode ficar sossegada que o lugar dela está assegurado", finaliza Magdalena.

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