É preciso que sejamos ecológicamente corretos. Afinal não sabemos o que acontecerá com o planeta de nossos filhos.
Organizar o lixo para facilitar na coleta seletiva, e auxiliando os catodores de papel. É uma forma de ajudar também o nosso planeta.
Vários meios de comunicação tem divulgado a utilização de sacolas retornáveis, em detrimento das sacolinhas de plástico. Certo. Uma forma de evitar o desperdício. Sacolas que demoram a se desintegrarem. Animais aquáticos que a ingerem.
Mas, pergunto: Como acondicionar o lixo doméstico? Na sacola retornável? Ou comprar mais sacos plásticos?...
Muitas empresas já tem utilizado sacolas biodegradáveis...
Caro leitor, apresente uma solução.
Rita Guerra - 2004
domingo, 16 de agosto de 2009
Patricia Finotti - 20 de janeiro de 2004 (Portfólio Rita Guerra)
Desde criança tem intimidade com os traçados e cores. O interesse aumentou com o tempo, levando-a aprimorar seu trabalho através de cursos de pintura a óleo e acrílico.
Atualmente está retornado as origens de sua pintura voltado para o Realismo, e estudando as retratações indígenas. Para ela, eles são a representação das nossas raízes, e as marcas do rosto, as rugas, são características marcantes do nosso povo. Entretanto, percebe-se ainda muito presente em suas obras, a sua identificação com o a arte moderna e contemporânea.
Rita Guerra utiliza em seus trabalhos além de materiais convencionais, o pó de mármore, a pasta para modelar, as fibras naturais, sementes de frutos e areia. Aprecia a mesclagem de formas, cores, técnicas e materiais. O que a caracteriza como uma verdadeira contemporânea, uma vez que traz à sua audiência a diversidade. É simplesmente uma artista da aldeia global, porém com a forte singularidade goiana.
A necessidade de galgar outros horizontes trouxe a independência em seu trabalho e a abertura do atelier, há cerca de quatro anos. É nesse espaço favorável a Criação - título de uma de suas telas, que Rita Guerra atende ao público apreciador de seu trabalho, e também ministras aulas aos interessados.
Mulher Maravilha, Amosova e outras superheroínas
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Depois que me tornei mãe, comecei a perceber o quanto ser mulher é possível, difícil e dignificante. Agora mesmo, estou trabalhando, cuidando do meu bambino, arrumando casa, e tentando ao mesmo tempo, estar no padrão físico que a sociedade manda.
Entre tantos pensamento e reflexões dialéticas, cheguei a uma conclusão: A minha geração foi criada para ser a Mulher Maravilha, a toda poderosa. Contrariando a premissa inicial que resultou naquela: A minha geração não foi criada para cuidar de casa.
Com a Revolução Feminina, com a ida para o mercado de trabalho. Com a luta ainda permanente para conquistar o que merecemos como empresárias e superioras nas empresas, muito ainda tem a ser trilhado.
O trabalhar “fora de casa” é muito prazeroso e desafiador para a mulher. É estranho quando conhecemos alguém no mundo de hoje que não o faz. Parece que a pessoa está totalmente fora do mundo contemporâneo. Muitas vezes, sentia que eram mulheres sem vida.
Hoje que de certa forma vivo o outro lado da moeda, percebo que a situação não é tão feia assim, mas também, não é a das mais estimulantes. Quando se torna mãe, é preciso abdicar algumas coisas. Da mesma forma, é preciso construir outras, e mais, tornar se além de Super Mãe, a Mulher Maravilha.
Nesses primeiros anos de vida, o tempo para nós, é bem escasso. Quem disser que dá tempo para tomar um relaxante banho, ou comer a comida ainda quentinha, é porque optou pela babá, ainda, em tempo integral. Essa não é a minha escolha.
Como já sugeri, temos que ser multi. Cuidar das crianças – Supernanny. Deixar a casa impecável – Rosie Jetsons. Ter um cardápio alimentar extraordinário – Nigella Lawson. Ser uma profissional bem sucedida e ... rica – Bond Girl Anya Amasova. Uma Gueixa na arte do amor... ainda ser mãe do marido. Além de ser a modelo do mês da Victoria Secret.
E a vida da própria mulher...??? Há essa parte não deve ser deixada. Se você não tiver vida própria, as outras superheroínas não afloram!!!
O ideal seria se pudéssemos ser na verdade, a Feiticeira Samantha. Porque Mulher Maravilha, dá muito trabalho...
Entre tantos pensamento e reflexões dialéticas, cheguei a uma conclusão: A minha geração foi criada para ser a Mulher Maravilha, a toda poderosa. Contrariando a premissa inicial que resultou naquela: A minha geração não foi criada para cuidar de casa.
Com a Revolução Feminina, com a ida para o mercado de trabalho. Com a luta ainda permanente para conquistar o que merecemos como empresárias e superioras nas empresas, muito ainda tem a ser trilhado.
O trabalhar “fora de casa” é muito prazeroso e desafiador para a mulher. É estranho quando conhecemos alguém no mundo de hoje que não o faz. Parece que a pessoa está totalmente fora do mundo contemporâneo. Muitas vezes, sentia que eram mulheres sem vida.
Hoje que de certa forma vivo o outro lado da moeda, percebo que a situação não é tão feia assim, mas também, não é a das mais estimulantes. Quando se torna mãe, é preciso abdicar algumas coisas. Da mesma forma, é preciso construir outras, e mais, tornar se além de Super Mãe, a Mulher Maravilha.
Nesses primeiros anos de vida, o tempo para nós, é bem escasso. Quem disser que dá tempo para tomar um relaxante banho, ou comer a comida ainda quentinha, é porque optou pela babá, ainda, em tempo integral. Essa não é a minha escolha.
Como já sugeri, temos que ser multi. Cuidar das crianças – Supernanny. Deixar a casa impecável – Rosie Jetsons. Ter um cardápio alimentar extraordinário – Nigella Lawson. Ser uma profissional bem sucedida e ... rica – Bond Girl Anya Amasova. Uma Gueixa na arte do amor... ainda ser mãe do marido. Além de ser a modelo do mês da Victoria Secret.
E a vida da própria mulher...??? Há essa parte não deve ser deixada. Se você não tiver vida própria, as outras superheroínas não afloram!!!
O ideal seria se pudéssemos ser na verdade, a Feiticeira Samantha. Porque Mulher Maravilha, dá muito trabalho...
Verso & Anna
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Querida amiga Versanna,Estou lisongeada de você estar presente no meu blog.
Sempre admirei você. Percebo o quanto ainda temos em comum, mesmo com a distância.
Nossas histórias tem traços bem parecidos. Não deixamos de serem filhas, mas tornamos mãe, quase que ao mesmo tempo.
Ainda, lembro do seu vestido. Da côr que gosto, e modelo que também escolheria para a ocasião de nossa formatura.
Mais surpresas... A programação visual de nossos blogs...
Milhares de abraços saudosos de sua amiga de sempre,
Patricia Finotti
Te amo mãe! Você é da hora.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Hoje gostaria muito que minha mãe estivesse aqui, comigo.
Muita saudade da minha amiga. Do seus abraços, beijos, conversas.
Aprendi uma musiquinha com o meu filho:
"Te amo mãe! Você é da hora. Mas, agora está na hora da escola." SID
Muita saudade da minha amiga. Do seus abraços, beijos, conversas.
Aprendi uma musiquinha com o meu filho:
"Te amo mãe! Você é da hora. Mas, agora está na hora da escola." SID
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