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Quando Wagner e eu decidimos casar, um turbilhão de perguntas veio à tona em relação a nossa cerimônia de casamento. Sei que é perfeitamente normal quando se trata do assunto, mas para mim, era tudo muito preocupante, pois, não tenho a minha mãe presente há um bom tempo, e outra, a minha família sempre gostou de reunir todos em festa, e fazendo isso muito bem.
Assim, mesmo que praticamente sozinha, tinha que começar os preparativos para o Big Day, e conclui que, se consigo organizar bons eventos para o órgão público que trabalho, sem dinheiro, mas com muita criatividade, porque não vou organizar o meu casamento?! Outro ponto a favor era que tinha as experiências de duas afilhadas de casamento que em muito ajudaram na organização do meu.
Inicialmente não desejávamos ter por perto a ajuda de um cerimonialista. Portanto, começamos sozinhos em nossa empreitada. Seguindo um cronograma básico de atividades a serem geridas um ano antes da cerimonia.
O primeiro passo foi o de pensar no que queríamos realizar: Cerimonia religiosa? Festa? Muitos convidados? A nossa decisão foi a de que não queríamos casar em uma igreja, mas sim, um rito de passagem com a presença de nossos amigos mais íntimos, que na verdade são muitos.
Outra questão é que queríamos tudo bem original, criativo e cheio de surpresas agradáveis. Para tanto era preciso que o convite assim representasse as nossas escolhas e com características do casal. Decidi eu mesma criar o nosso convite de casamento. Em formato de uma pequena revista, na capa uma foto nossa, e dentro com o designer de um informativo, fotos e texto noticiando o nosso casamento e contando a nossa história. Ainda, na época a Tok Stok oferecia a oportunidade em criarmos um site falando sobre o nosso casamento. Os nossos convidados gostaram muito também dessa ideia em compartilhar os momentos que antecediam o grande dia através da rede.
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