A Mothern: Advogada

sexta-feira, 10 de junho de 2011

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A Série Mothern Profissional são reportagens que contam os impasses vividos por diversas mães que através de experiências do ambiente de trabalho tentam solucionar questões que envolvam o cotidiano de seus filhotes. Mães psicólogas, empresárias, comunicadoras, advogadas falam de como foi possível bem direcionar os seus filhos em situações de estresse, e ainda dão dicas valiosas para outras Motherns.


A Mothern: Advogada

“Dificil é não sentir aquela pontinha de culpa por deixar o filho e sair para o trabalho, isso sempre acontece, mas ter uma clara visão dos objetivos pessoais e familiares ajuda a superar essa fase.” Márcia Rodovalho


Deixar o filho para trabalhar é um desafio que causa grande pavor, principalmente nas mães de primeira viagem. Entretanto a vida da mulher contemporânea exige que ela o faça. A dor para ambos é grande, mas, quando se tem uma visão clara dos objetivos da família, essa temporária separação pode se tornar menos agressiva, é o que a Advogada e Mestre em Planejamento Urbano e Regional Márcia Rodovalho, 48 anos, mãe da Bacharel em Direito Ane, 22 anos, acredita.

Muitos outros desafios surgem com o desenvolvimento da criança, e para essa Mothern os primeiros momentos são extremamente importantes. “No início é preciso dedicação quase integral mesmo, pelo menos até os três anos, pois a criança precisa desenvolver-se emocionalmente e o vínculo com a mãe é fundamental nesta fase, depois obtemos mais liberdade para nos dedicar à nossa profissão.” diz Márcia que frisa a importância de se ensinar valores e preservar a qualidade do relacionamento entre mãe e filhos.

Para ter essa qualidade, de acordo com a advogada é preciso estar atenta ao mundo da criança e suas necessidades, o diálogo é sempre fundamental, bem como estabelecer limites claros e precisos, principalmente quando se passa muito tempo fora de casa. Outro ponto abordado por ela é saber como pretende criar os filhos: “quais os valores éticos, morais e religiosos são importantes a se ensinar, estar de acordo com o pai em relação a esses fatores, e ter, sobretudo, bom senso e flexibilidade, além de saber se adaptar e estar aberta às novas circunstâncias.” completa Márcia.

Na opinião dessa Mothern a melhor teoria é aquela que se aplica aos valores familiares. “Então volto à questão da nossa visão de mundo e dos limites que estabelecemos.” finaliza a mãe de Ane.

Dica para outras Motherns:

- Tenha sempre um novo objetivo pessoal à sua frente, filhos crescem e, consequentemente, um dia se afastam. Então esteja preparada para a tal síndrome do ninho vazio, porque neste momento seremos apenas faróis em suas vidas.

Para as Motherns

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Via e-mail por Dra. Wanessa Felipe <-Cacilda Leão

"PATRICIA, recebi este texto que minha sogra enviou, achei muito bonito, acho que pode te ajudar em seu blog.
Veja ...
Bj." Wanessa

“Nós estávamos sentadas almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em 'começar uma família'.
'Nós estamos fazendo uma pesquisa', ela diz, meio de brincadeira. 'Você acha que eu deveria ter um bebê?'
'Vai mudar a sua vida, ' eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
'Eu sei, ' ela diz, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas...'
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável. Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: 'E se tivesse sido o MEU filho?' Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzi-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro. Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
'Você jamais se arrependerá', digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.”

(Autoria Desconhecida)

Série MOTHERN: Psicóloga

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A Série Mothern Profissional são reportagens que contam os impasses vividos por diversas mães que através de experiências do ambiente de trabalho tentam solucionar questões que envolvam o cotidiano de seus filhotes. Mães psicólogas, empresárias, comunicadoras, advogadas falam de como foi possível bem direcionar os seus filhos em situações de estresse, e ainda dão dicas valiosas para outras Motherns.


A Mothern: Psicóloga

“Um grande desafio é a hora de saber separar a teoria aprendida e tentar sanar o problema com a vivência real no ato de simplesmente ser mãe”. Wanessa Felipe

De acordo com a Psicóloga/Psicanalista, Wanessa Felipe, 31 anos, mãe de Davi, 8 meses, aplicar a doutrina acadêmica no momento de impasse é um ponto a ser trabalhado no cotidiano de ambos. “No meu caso acredito que a separação dos momentos de atuar somente como mãe e os momentos que aplico a teoria na educação do meu filho são bastante parecidos, já que minha profissão trabalha com conteúdos emocionais do ser humano, em contrapartida percebo que, em meu cotidiano para com meu bebê, algumas teorias não funcionam para com a educação que tento dar a ele.” diz essa Mothern.

Para tanto ela cita um exemplo da teoria do comportamento em que aprendeu que é possível treinar o comportamento de uma pessoa desde bebê, mas no papel de mãe ainda não consegue usar esta teoria para a hora do sono de Davi. “Sempre quando ele acorda na madrugada, a teoria orienta a deixá-lo chorar no berço para o aprendizado de que deve-se dormir sozinho no berço sem que a mãe precise ficar com ele no colo, na teoria é assim, mas na prática não consigo deixá-lo chorando, pego no colo até que ele se acalme e durma.” confessa a mãe que acrescenta: “Este é um desafio que não sei se estou preparada a enfrentar.”

Além desse impasse da dicotomia teoria x realidade, Wanessa ainda cita os impasses da realidade de toda mulher moderna, e que ela também vivencia. “Vejo que a mulher contemporânea deixou de ser simplesmente a dona de casa e passou a exercer também papel de provedora, o homem vê a casa como lugar de repouso e a mulher tem o lar como uma espécie de segundo emprego.” reflete a Psicóloga.

A Mothern ainda diz que a mulher começou a acumular funções, o resultado disto é que algumas chegam a um nível de cansaço extremo, já outras têm uma melhor forma de lidar para não deixar que este cansaço prejudique na relação e educação com o filho. “São tantas coisas, além da mulher passar o dia inteiro no trabalho e ainda é preciso cuidar de outros a fazeres, verificar se o filho comeu, cuidar da cozinha, o almoço do marido...” mas, ainda sim é preciso entender e realizar-se nessas escolhas que muitas mulheres almejam, finaliza Wanessa.

Dica da Profissional a outras Mães:

- “Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe”. Acredito que esta passa pela gestação se preparando para o momento do nascimento, que é especial e maravilhoso, e assim, começa uma incrível jornada.

- Acredito que uma dica a oferecer as mães é que estas usem amor, tranqüilidade e conhecimento para que a maternidade se torne prazerosa e bem vivida.

10º Encontro Nacional da Mulher Moderna

Primeira Dama da cidade de Goiânia, Tereza Beiler apoia Campanha do Agasalho de 2011

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A Campanha do Agasalho de 2011, promovida pela Prefeitura de Goiânia, através da Assessoria Especial da Juventude, tem recebido a simpatia de muitos Goianienses, e principalmente da Primeira Dama, Tereza Beiler, que em reunião na última semana com o Assessor da Juventude, Cairo Salim, disse ter a sua atenção voltada para esta iniciativa, a qual vê com especial importância. Para tanto, a campanha que teria fim no ultimo dia 31 de maio, será prorrogada por mais duas semanas.

A Campanha do Agasalho de 2011 tem como objetivo além da importância da solidariedade, a conscientização e reflexão sobre questões ambientais e sustentabilidade, por meio da pratica dos “Três Rs”: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Ao final da campanha todas as doações serão destinadas as entidades vinculadas a SEMAS.

As doações podem ser feitas na Assessoria da Juventude - Avenida República do Líbano, n.º 185, em frente à Praça do Avião, Setor Aeroporto.

Serviço:

Campanha do Agasalho 2011

Data: Até 17 de junho.

Local: Assessoria da Juventude - Avenida República do Líbano, n.º 185, em frente à Praça do Avião, Setor Aeroporto - assessoriajuventude@goiania.go.gov.br

Pedro precisa de Neocate Advance

Hoje recebi esse e-mail da minha amiga Camila:
"Queridos amigos,
Temos um casal de amigos do nosso grupo de casais da Igreja Nossa Senhora de Fátima ( Renata e Thiago) que são pais do pequeno Pedro de 2 anos.
Ele tem uma muito severa intolerância alimentar a sacarose, frutose , lactose, enfim pode se alimentar de raríssimos alimentos e um deles é o leite Neocate e o valor total de latas gastas ao londo do mês chega quase aos R$3mil. A prefeitura se negou a fornecer e este é um valor inviável dentro de qualquer orçamento, ainda mais que sua mãe precisou parar de trabalhar e vive em função de cuidar deste anjinho. DIgo anjinho , pois é assim que o vemos. 
Assim queridos amigos, pais e mães, peço a quem puder ajudar com qualquer quantia na campanha que estamos fazendo para este bebê nos envie por favor qualquer quantia que for possível.
Desde já agradeço e afirmo que jamais enviaria um email deste teor se não fosse algo realmente sério, verdadeiro e de muita necessidade.
Com carinho, Camila
Mais informações no perfil do orkut: Pedro precisa de Neocate Advance"

Série MOTHERN: Publicitária

sábado, 4 de junho de 2011

Foto: Internet
A Série Mothern Profissional são reportagens que contam os impasses vividos por diversas mães que através de experiências do ambiente de trabalho tentam solucionar questões que envolvam o cotidiano de seus filhotes. Mães psicólogas, empresárias, comunicadoras, advogadas falam de como foi possível bem direcionar os seus filhos em situações de estresse, e ainda dão dicas valiosas para outras Motherns.  
MOTHERN: Publicitária

"As gerações, assim como o mundo, tem que evoluir, e não regredir". Fabiana Fonseca Costa


A falta de tempo para os filhos é um dos maiores desafios relatados por todas as mães que tenho conversado. Para a Publicitária Fabiana Fonseca Costa, 31 anos, mãe de Victor Fonseca Santana, 12 anos, esse também é o seu maior desafio, pois é difícil encontrar tempo para estar junto do filho e acompanhar o seu dia a dia. “Acabo sendo mãe por telefone durante a semana, pois quando chego em casa, ele já está dormindo.” confessa Fabiana.

A solução para esse impasse é a tentativa de compensar essa "ausência" nos finais de semana que não trabalha. Fabiana diz que nesse tempo, procura aproveitar o máximo, sem deixar de corrigir Victor: “pois se eu deixar os complexos, como falta de tempo, tomar conta da nossa relação, não será saudável para nós dois. Assim, tento criá-lo para que seja um adulto bem resolvido, tanto como pessoa, quanto futuro profissional, mas às vezes acho que cobro demais, quando se trata de escola e respeito ao outros, mas sempre tentando acertar.” Quando Victor tenta justificar seus erros, baseados nos da mãe, ela sempre diz: "As gerações, assim como o mundo, tem que evoluir, e não regredir".

Outra preocupação de dessa mothern é promover a criação de seu filho preservando os valores morais e o respeito ao próximo. Ao que tenho visto Fabiana, apesar de seu pouco tempo com o filho, tem bem o criado. Percebe-se isso pela polidez e educação que Victor recebe as pessoas, e também pelo imenso carinho com sua genitora em eventos sociais.

O desafio da Mothern: Publicitária – “Como trabalho em um meio "liberal", sempre converso com ele sobre os valores que aprendemos, e a minha opinião sobre a relevância dos valores sociais” disse Fabiana. Mas, não é por isso que o deixa escravizado a ideias que o possam tolher formação de sua personalidade. Para tanto, sempre o estimula a ter sua própria opinião em relação a tudo e juntos chegarem a uma perspectiva em comum, a fim de construírem com isso uma relação maravilhosa e de muito respeito e confiança.

Dica da profissional a outras mães:
- Nós pais, sempre pensamos em deixar um mundo melhor para nossos filhos, mas será que estamos deixando um filho melhor para o mundo?