Feijoada perfumada

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009


Envolver os cinco sentidos em pequenas ações, não só promove o bem estar, mas, também torna a vida mais prazerosa e intensa. O mesmo acontece ao saborear uma comida. Não só o sabor que deve imperar, mas, o aspecto, o olor, a textura.

Sábado passado, decidimos almoçar feijoada. Então, o meu marido comentou sobre um restaurante no Setor Bela Vista.

Pedimos a feijoada, que trouxe consigo um perfume sedutor... a leveza do sabor, e a maciez do caldo...

Como acompanhamento veio arroz branco, muito saboroso - segundo o meu marido, porque deste grão eu não compartilho. Couve picadinha na medida certa, laranjas... mas, a feijoada...

O restaurante, é o Estação dos Caldos, que fica Avenida T-13 esquina com a Rua S-5. O atendimento é muito bom, desde o garçon Francisco até o atendente de balcão. Os banheiros são impecáveis, com o sistema de luz que acende quando há movimentação.

As terças-feiras tem promoção, que vai desde espetinhos, drinques até a casquinha de siri.

Vale aguçar os sentidos!

Uma nova perspectiva da grade curricular

domingo, 22 de novembro de 2009

Quando era adolescente, e estava no Ensino Médio, naquela época Segundo Grau, achava muita bobogem aprender toda aquela informação sobre Biologia, Química, Física, Matemática...para mim era muita perda de tempo.
Ainda, acredito que muito do que é ensino, só é interessante para quem prentende cursar faculdade em áreas bem específicas. Por outro lado, hoje acho bem válido que as escolas tenham em sua grade curricular o ensino do que é básico referente a cada disciplina citada.
De dirigir um automóvel, a cozinhar, e até mesmo cuidar de si próprio, usamos as teorias ensinadas.
Precisamos saber que para esterilizar algo, podemos usar a água em ebulição. Ao dirigir, entender sobre velocidade, e questões referentes ao uso do farol evitam acidentes. Na cozinha, a Matemática Básica é bem útil para medidas em receitas dobradas...
Enfim, é importante sim o estudo dessas matérias. Mas, acredito que a grande deveria ser reformulada e direcionada para o ingresso futuro do aluno na Universidade.
Precisamos de alunos na Universidade com boa bagagem cultural e intelectual. Mais, pessoas formadoras de opinião e com valores morais e éticos.
A grade curricular deveria priorizar essa perspectiva.

Idiomas

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

**********Para quem gosta de idiomas, a prima Denyse indicou um site que oferece cursos on-line, sendo alguns free.
No livemocha.com pode se aprender Inglês, Espanhol, Italiano, Japônês, estudando em casa, no tempo programado pelo próprio aprendiz.
O curso é prático e bem dinâmico. São realizados exercícios para estimular, a audição, fala e escrita.
Ainda, ao completar alguns exercícios o aluno recebe comentários de colegas nativos. Outra oportunidade é poder corrigir exercícios de pessoas aprendendo o seu idioma.
Ótimo para quem não tempo, dinheiro e quer aprender uma nova língua.
Sem desculpas ao dizer que não tem oportunidades na vida...**********

Homenagem da região da Estrada de Ferro, a Alberto Finotti.

terça-feira, 3 de novembro de 2009


Viajando pela região da estrada de ferro. Viajando pelo passado. Conhecendo onde tudo começou.
Dia de Finados, momento para saber quem somos, e o que seremos.

A catarse

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

"Todo analista precisa de um para soltar os fantasmas do inconsciente do seu analisado.
Todo jornalista precisa de um blog para soltar os bichos reprimidos do seu consciente"

Sobre vacinas no site bebe.com.br

Para as mães saberem mais a respeito de vacinação, o site bebe.com.br tem perguntas e respostas sobre o assunto.
Aliás, as grávidas que se cadastram recebem informações semanalmente. Ajuda muito nesse período saber o que está acontecendo com o bebê e com o próprio corpo.
Após a gestação, até o primeiro ano, os e-mails são quinzenais a mensais, e falam a repeito do crescimento do bambino.
Ainda, sempre estão enviando mensagens com informações importantes para a mamãe.
Vale a pena conferir e cadastrar. A mamãe bem informada tem mais segurança, sabendo agir melhor em qualquer situação.

Santo Anjo do Senhor

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Todos sabemos que a maternidade traz mudanças. Uma delas é que após o nascimento do meu filho, passei a sentir todas as pessoas como verdadeiramente iguais.
Cada um que passa, vejo mo meu bambino. Então, oro pelo anjo da guarda:
"Santo Anjo do Senhor, meu zeloso e guardador. Se a ti me confiou a piedade divina, me rege, guarda, governa e ilumina. Amém."

Somente para Maçons

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A Loja Maçônica Mensageiros da Paz nº 1435 promove no próximo dia 24, o I Simpósio de Saúde na Maçonaria Goiana. Durante o simpósio, que será ministrado pelo Irmão Aprendiz, o Médico Urologista Dr. Wagner Veríssimo, serão tratados temas pertinentes ao câncer de próstata e disfunção erétil. O evento acontece no Templo Nobre do G.O.E.G. - Palácio Nasseri Gabriel, as 19:30 horas. O evento é reservado apenas para os Maçons regulares.

Realities da Moda

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Gosto muito de assistir aos programas que ensinam mulheres a se vestirem melhor. Meus preferidos são Tim Gunn's Guide to Style e What not to wear, ambos apresentados no Discovery Home and Healthy. A versão Brasileira do What not to wear, é o Esquadrão da Moda, este exibido pelo SBT.
É muito bom aprender a se vestir, e vestir melhor. Adequando a roupa ao seu corpo, e não o contrário.
Mas, também é muito fácil vestir-se bem quando é possível ir a lojas de grife. Ou mesmo ter um estilista famoso a sua disposição.
Agora, tem gente que tem o mau gosto em sua essência. Não há como mudar, mesmo após mini-cursos e dicas. Ou ganhando R$ 10.000,00...
Existem pessoas com menor poder aquisitvo que se vestem maravilhosamente bem, são elegantes, com gosto refinado. Já, por outro lado, ricas e famosas vestindo horrorosamente, grifes com gosto de mercadão!

A difícil arte de dizer não aos filhos

Recebi o texto abaixo por e-mail:

Você costuma dizer "não" aos seus filhos? Considera fácil negar alguma coisa a essas criaturinhas encantadoras e de rostos angelicais que pedem com tanta doçura? Uma conhecida educadora do nosso País alerta que não é fácil dizer não aos filhos, principalmente quando temos os recursos para atendê-los. Afinal, nos perguntamos, o que representa um carrinho a mais, um brinquedo novo se temos dinheiro necessário para comprar o que querem? Por que não satisfaze-los? Se podemos sair de casa escondidos para evitar que chorem, por que provocar lágrimas? Se lhe dá tanto prazer comer todos os bombons da caixa, por que faze-lo pensar nos outros? E, além do mais, é tão fácil e mais agradável sermos "bonzinhos"... O problema é que ser pai é muito mais que apenas ser "bonzinho" com os filhos. Ser pai é ter uma função e responsabilidade sociais perante os filhos e perante a sociedade em que vivemos. Portanto, quando decidimos negar um carrinho a um filho, mesmo podendo comprar, ou sofrendo por lhe dizer "não", porque ele já tem outros dez ou vinte, estamos ensinando-o que existe um limite para o ter. Estamos, indiretamente, valorizando o ser. Mas quando atendemos a todos os pedidos, estamos dando lições de dominação, colaborando para que a criança aprenda, com nosso próprio exemplo, o que queremos que ela seja na vida: uma pessoa que não aceita limites e que não respeita o outro enquanto indivíduo. Temos que convir que, para ter tudo na vida, quando adulto, ele fatalmente terá que ser extremamente competitivo e provavelmente com muita "flexibilidade" ética, para não dizer desonesto. Caso contrário, como conseguir tudo? Como aceitar qualquer derrota, qualquer "não" se nunca lhe fizeram crer que isso é possível e até normal? Não se defende a idéia de que se crie um ser acomodado sem ambições e derrotista. De forma alguma. É o equilíbrio que precisa existir: o reconhecimento realista de que, na vida às vezes se ganha, e, em outras, se perde. Para fazer com que um indivíduo seja um lutador, um ganhador, é preciso que desde logo ele aprenda a lutar pelo que deseja sim, mas com suas próprias armas e recursos, e não fazendo-o acreditar que alguém lhe dará tudo, sempre, e de "mão beijada" Satisfazer as necessidades dos filhos é uma obrigação dos pais, mas é preciso distinguir claramente o que são necessidades do que é apenas consumismo caprichoso. Estabelecer limites para os filhos, é necessário e saudável. Nunca se ouviu falar que crianças tenham adoecido porque lhes foi negado um brinquedo novo ou outra coisa qualquer. Mas já se teve notícias de pequenos delinqüentes que se tornaram agressivos quando ouviram o primeiro não, fora de casa. Por essa razão, se você ama seu filho, vale a pena pensar na importância de aprender a difícil arte de dizer não. Vale a pena pensar na importância de educar e preparar os filhos para enfrentar tempos difíceis, mesmo que eles nunca cheguem. *** O esforço pela educação não pode ser desconsiderado. Todos temos responsabilidades no contexto da vida, nas realizações humanas, nas atividades sociais, membros que somos da família universal.
(Do livro "Repositório de Sabedoria" vol I, Educação)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009



Vale a pena conferir o trabalho da fotógrafa Gabriella.

Toka do Bigode.Vale a pena experimentar.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A melhor Carne de Lata, Jantinha com Picanha Nobre, Panelinha e Linguiça, que já experimentei em Goiânia.

A essência de Rita Guerra

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Quando escrevi sobre a genial Rita Guerra em 2004, disse que havia chegado a sua maturidade. Hoje, percebo pela brincadeira que faz ao criar uma personalidade dupla, em suas telas. Ou mesmo, brincar de esconder e se revelar como um pequeno personagem e seu neto na tela que faz parte da coleção Cacilda Leão, uma Rita Guerra ousada.
O seu trabalho é contagiante, seja como artísta plástica, ou designer de interiores.
Apesar de meu apartamento ter projeto de Kerley Melo, digo: armários, teto e iluminação. A essência dos móveis, telas e o quarto O Pequeno Principe, são genuinamente Rita Guerra.
Vale a pena conferir o seu trabalho!

E o lixo? Na sacola retornável?

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

É preciso que sejamos ecológicamente corretos. Afinal não sabemos o que acontecerá com o planeta de nossos filhos.
Organizar o lixo para facilitar na coleta seletiva, e auxiliando os catodores de papel. É uma forma de ajudar também o nosso planeta.
Vários meios de comunicação tem divulgado a utilização de sacolas retornáveis, em detrimento das sacolinhas de plástico. Certo. Uma forma de evitar o desperdício. Sacolas que demoram a se desintegrarem. Animais aquáticos que a ingerem.
Mas, pergunto: Como acondicionar o lixo doméstico? Na sacola retornável? Ou comprar mais sacos plásticos?...
Muitas empresas já tem utilizado sacolas biodegradáveis...
Caro leitor, apresente uma solução.

Gripe Comum e H1N1

sexta-feira, 21 de agosto de 2009


Rita Guerra - 2004

domingo, 16 de agosto de 2009


Patricia Finotti - 20 de janeiro de 2004 (Portfólio Rita Guerra)


Desde criança tem intimidade com os traçados e cores. O interesse aumentou com o tempo, levando-a aprimorar seu trabalho através de cursos de pintura a óleo e acrílico.

Atualmente está retornado as origens de sua pintura voltado para o Realismo, e estudando as retratações indígenas. Para ela, eles são a representação das nossas raízes, e as marcas do rosto, as rugas, são características marcantes do nosso povo. Entretanto, percebe-se ainda muito presente em suas obras, a sua identificação com o a arte moderna e contemporânea.

Rita Guerra utiliza em seus trabalhos além de materiais convencionais, o pó de mármore, a pasta para modelar, as fibras naturais, sementes de frutos e areia. Aprecia a mesclagem de formas, cores, técnicas e materiais. O que a caracteriza como uma verdadeira contemporânea, uma vez que traz à sua audiência a diversidade. É simplesmente uma artista da aldeia global, porém com a forte singularidade goiana.

A necessidade de galgar outros horizontes trouxe a independência em seu trabalho e a abertura do atelier, há cerca de quatro anos. É nesse espaço favorável a Criação - título de uma de suas telas, que Rita Guerra atende ao público apreciador de seu trabalho, e também ministras aulas aos interessados.

Mulher Maravilha, Amosova e outras superheroínas

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Depois que me tornei mãe, comecei a perceber o quanto ser mulher é possível, difícil e dignificante. Agora mesmo, estou trabalhando, cuidando do meu bambino, arrumando casa, e tentando ao mesmo tempo, estar no padrão físico que a sociedade manda.
Entre tantos pensamento e reflexões dialéticas, cheguei a uma conclusão: A minha geração foi criada para ser a Mulher Maravilha, a toda poderosa. Contrariando a premissa inicial que resultou naquela: A minha geração não foi criada para cuidar de casa.
Com a Revolução Feminina, com a ida para o mercado de trabalho. Com a luta ainda permanente para conquistar o que merecemos como empresárias e superioras nas empresas, muito ainda tem a ser trilhado.
O trabalhar “fora de casa” é muito prazeroso e desafiador para a mulher. É estranho quando conhecemos alguém no mundo de hoje que não o faz. Parece que a pessoa está totalmente fora do mundo contemporâneo. Muitas vezes, sentia que eram mulheres sem vida.
Hoje que de certa forma vivo o outro lado da moeda, percebo que a situação não é tão feia assim, mas também, não é a das mais estimulantes. Quando se torna mãe, é preciso abdicar algumas coisas. Da mesma forma, é preciso construir outras, e mais, tornar se além de Super Mãe, a Mulher Maravilha.
Nesses primeiros anos de vida, o tempo para nós, é bem escasso. Quem disser que dá tempo para tomar um relaxante banho, ou comer a comida ainda quentinha, é porque optou pela babá, ainda, em tempo integral. Essa não é a minha escolha.
Como já sugeri, temos que ser multi. Cuidar das crianças – Supernanny. Deixar a casa impecável – Rosie Jetsons. Ter um cardápio alimentar extraordinário – Nigella Lawson. Ser uma profissional bem sucedida e ... rica – Bond Girl Anya Amasova. Uma Gueixa na arte do amor... ainda ser mãe do marido. Além de ser a modelo do mês da Victoria Secret.
E a vida da própria mulher...??? Há essa parte não deve ser deixada. Se você não tiver vida própria, as outras superheroínas não afloram!!!
O ideal seria se pudéssemos ser na verdade, a Feiticeira Samantha. Porque Mulher Maravilha, dá muito trabalho...

Verso & Anna

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Querida amiga Versanna,

Estou lisongeada de você estar presente no meu blog.


Sempre admirei você. Percebo o quanto ainda temos em comum, mesmo com a distância.


Nossas histórias tem traços bem parecidos. Não deixamos de serem filhas, mas tornamos mãe, quase que ao mesmo tempo.


Ainda, lembro do seu vestido. Da côr que gosto, e modelo que também escolheria para a ocasião de nossa formatura.


Mais surpresas... A programação visual de nossos blogs...


Milhares de abraços saudosos de sua amiga de sempre,


Patricia Finotti

Te amo mãe! Você é da hora.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Hoje gostaria muito que minha mãe estivesse aqui, comigo.
Muita saudade da minha amiga. Do seus abraços, beijos, conversas.
Aprendi uma musiquinha com o meu filho:
"Te amo mãe! Você é da hora. Mas, agora está na hora da escola." SID

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Lute para manter o que tem, e almejar além!
Patricia Finotti

Uma série de valores - Beverly Hill 90210

terça-feira, 30 de junho de 2009

Presente em dois importantes momentos da minha vida, na juventude como Barrados no Baile, e agora na maternidade Beverly Hills 90210, é uma das minhas séries de tv favorita. Hoje, revendo os episódios, percebo o quanto os valores de fraternidade, lealdade, fizeram a trama tão popular nos anos de 1990.
Seu enredo é leve, romântico, educativo. Trata de temas concernentes a juventude da época, sem ferir valores e o respeito de cada um. A família, a amizade, a disciplina são bem representados pelos amigos do West Beverly High School, a fictícia escola pública localizada em no famoso bairro de Beverly Hills, em Los Angeles (Califórnia).
Os gêmeos Brenda e Brandon Walsh, inciam a série tentando adaptar a comunidade rica de Beverly Hills. Vindos de St. Paul (Minneapolis), encontram nos amigos Kelly Tailor, Donna Martim, Steve Sanders, Andrea Zuckerman, Dylan McKay e David Silver, suporte para enfrentar os problemas que atingem a vida de qualquer adolescente.
Na primeira temporada acontece a morte de Scott Scanlon, o melhor amigo de David. Este que estava presente quando o amigo brincando com uma arma morre com um tiro acidental. O fato faz com que David aproxime-se do grupo de amigo. Logo David conquista Donna, tornando o seu namorado.
Questões como brigas de namoro, alcoolismo, drogas, problemas com teste escolares, são destacados durante as primeiras temporadas. Brenda namora com Dylan durante quase todo o High School, que no final deste período é trocada pela melhor amiga Kelly. Esta que teve um romance como amigo Steve. A nerd Andrea sonha com Brendon, sem conseguir atingir seus objetivos. O politicamente correto Brendon tem seus romances com outras garotas.
Discordando, mas sempre mantendo a amizade o grupo de amigos termina o high school, e entram na Universidade da Califórnia. Enquanto seguem caminhos diferentes e conhecem novas pessoas na descoberta do mundo, sempre mantem fortes os laços de amizade e companheirismo.
Na quarta temporada, Brenda sai de cena, e entra a vampira* Valerie Malone, *como Steve a denominou, afinal foi rejeitado pela moça. Posso dizer que apesar de achar Brenda um pouco chata e as vezes incosequente, prefiro ela a segunda. Aquela é a falsidade invejosa em pessoa.
Mas, o que me fez emocionar, foi a saída de Andrea da série. Após, cometer todos os atos que jamais se esperava de uma pessoa tão engajada, disciplinada, e bem informada. Andrea engravida, casa, passa por uma gravidez conturbada, tem que deixar seus sonhos de trabalho e independência, cai nas graças da traição conjugal. Mas, como tudo em Beverly Hills 90210, se resolve logo, o casamento é preservado. Quando eles se despendem, no Peach Pit, percebe-se que o que realmente o mais precioso que temos são os valores vindos da família, e da amizade verdadeira.
Todos os personagens sofrem com suas incertezas, angustias, e anseios. Os problemas de separação familiar, tema que deixa de ser tabu na década em que a série foi exibida, como o que acontece com David, e apesar de tudo ele consegue superar as drogas. Ou a vida desestruturada do órfão revoltado Dylan, que tem em seu âmago valores morais e éticos.
Como foi pregado pelo governo W. Bush, Donna preserva a castidade até o final. Os pais dos gêmeos Walsh, Cindy e Jim, representam a típica família americana, coerentemente corretos.
A fórmula de Aaron Spelling continua a ser copiada. Mas nunca outro programa conseguiu se igualar à série. Foram dez anos no ar e milhões de espectadores em mais de 100 países, com cerca de 200 milhões de fãs em todo mundo. O sucesso verdadeiro inspirou o canal CW a fazer uma nova versão com o nome de 90210, o conhecido CEP do bairro de Los Angeles.
Além do que já foi mencionado, percebo certas homenagens a ícones da cultura americana. O visual de Brando, que lembra bem o Rei do Rock, Elvis Prestley, (por não falar do sobrenome do ator... Priestley, bem parecido...). O transgressor Dylan Mackay e seu porshe, que caem de um precipício após o uso de drogas, mas com a sorte diferente de James Dean. A Donna inspiradora de Richie Valens, e seduzida pela música tocada na rádio dirigida por David.
Barrados no Baile me ajudou em muitos dos meus dilemas juvenis, além de termos passado por todo o colegial juntos, e ingressado na Universidade quase ao mesmo tempo. Beverly Hills 90210 tem sido meu suporte nas madrugadas que tenho amamentar o meu bebê. .

RITA GUERRA: TALENTO MULTIFORME

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Reportagem: Brasigóis Felício www.goiania.go.gov.br 03/10/2005 - 11:22h
A mostra individual de pinturas em acrílico sobre tela de Rita Guerra, no Centro de Memória e Referência de Goiânia até o dia 20, assinala o talento desta artista nascida em Itaberaí, que se empenha em realizar seu próprio trabalho criador, ao mesmo tempo em que ministra aulas de pintura e atende a colecionadores e apreciadores da arte.

O domínio da arte de pintar permite-lhe expressar em diferentes temáticas e técnicas, em que se coloca à mostra seu domínio e rigor formal. Na série pintura, em que seus temas são naturezas mortas, impressiona o partido que tira do efeito luz e sombra, passando assim uma visão bucólica do esplendor da natureza. Pois há sempre uma luz a nos guiar, nas curvas do caminho, ou nas esquinas da vida. Na série de retratos permite-se ironizar o charuto freudiano, ressaltando-se, ao fundo da figura do criador da psicanálise, a sombra a representar as profundezas do inconsciente.

Nas telas circulares permite-se incursões no experimentalismo, com reminiscências do cubismo. Nos copos de leite, como na natureza, nem tudo é deleite. Na tela em que se destaca o Monumento ao Trabalhador, de Neusa Moraes, aparece, ao fundo, uma visão da urbe verticalizada. Na tela intitulada Casulo, representa a perfeita geometria (e harmonia) em que vivem e trabalham as abelhas. Em Abstrato II (como se fosse um tríptico) a pintora dá asas à leveza da imaginação. Em Abstrato V vemos, em técnica mista, o fulgor da luz, a rasgar as trevas abissais. Na tela Tempo de Mistério, a artista evoca a arte rupestre, que o homem primitivo deixou nas pedras e cavernas.
A exposição deixa patente o virtuosismo técnico de Rita Guerra, que reúne condições para firmar-se no cenário das artes no Brasil Central, quando decidir-se por uma linguagem que venha a marcar e individualizar sua personalidade criadora.

À moda antiga, via net

segunda-feira, 22 de junho de 2009


No último Santo Antônio, minha melhor amiga casou. Foi um verdadeiro casamento à moda antiga, via net. Da forma que ela sempre sonhou. Só não esperava conhecer um belo Acreúcho, lê-se nascido no Acre e criado no Sul.
Há cerca de pouco mais de um ano, a minha amiga Cris, solteira e felicíssima, contou que havia criado um perfil em um site de relacionamentos e conheceu o mencionado cavalheiro, digo cavalheiro, pois, ele o é no sentido exato da palavra. O mais incrível, é que na ocasião ela também contou que iria conhecê-lo, e pegou um vôo para Porto Alegre.
“Oportunidade, decisão, ela viaja. Aeroporto, inesquecível. Ansiedade, a espera. O encontro. A surpresa. A aproximação. O beijo carinhoso. O abraço afetuoso. O olhar, leitura da alma. Irresistível, o beijo apaixonado. O afago, uma flor. O mundo pára, o céu desce, as nuvens nos levam e agarrados, flutuamos. A cada segundo, certezas, sentimentos de que tudo é forte, verdadeiro e recíproco. Deus é Pai, o Destino seu Filho.”* Ricardo para Ana
Não deu outra, foi amor a primeira vista. Ao primeiro vôo? Ou a primeira tecla????
Lá ela volta, toda, amarrada pelo Acreúcho. Percebi pelos seus “olhos de esmeralda”* que na internet também se acha uma amor. Meses se passam, o gentil cavalheiro vem retribuir a visita, e se encanta com as águas de Pirenópolis.
A conversa, ou melhor o namoro continua. “Recebi uma piscadinha, fiz que não vi, quase desdenho, pois descrente, minha mente justifica-se: Porto Alegre e Goiânia estão separadas por quase 2.000 km! Então, penso, mas e daí! Resignado e curioso, percebo aquele “sorriso de brilhantes”, aquele “olhar de esmeraldas”, fascinado, caio em graça. Não dá outra, retribuo o flerte. Internet, a via. Conversas, muitas, intermináveis. Inevitável, enamoramos.”*Muita dúvida, muita vontade. A minha amiga, nas vésperas do meu Rubão nascer. Não dá outra, corre para o inesquecível Rio Grande. Por lá, começam a nascer outros sonhos. É isso que dá, as milhas e milhagens da TAM.
Quando menos se espera bem no começo do ano, o Príncipe chega de carro. “Vim para ficar, é aqui que quero construir nossos sonhos!”. Em menos de seis meses, tudo fica pronto. Bem do jeitinho romântico dela. No convite:
“O mundo pára, o céu desce, as nuvens nos levam e agarrados, flutuamos. A cada segundo, certezas, sentimentos de que tudo é forte, verdadeiro e recíproco. Deus é Pai, o Destino seu Filho. Reencontramo-nos em algum lugar do passado, agora no presente, pra sempre no futuro.” Ricardo
Chá de Panela campestre. Casamento na Capela Santa Clara, toda coberta pelo divino véu da noiva mais radiante e... serena que já vi. Os anjos batiam suas asas, e a Sininho espelhava o seu pó mágico de muito amor. O sermão do padre, mais que adequado.
“O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo. O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá.” 1ª Carta de São Paulo aos Coríntios, Cap. 13
Na recepção tudo muito elegante. A mesa com um bolo de andar, e de verdade, repleta de florzinhas de docinhos típicos da região, feitos pela tia Alice. O casal embalado pela valsa, enquanto a mãe do noivo exclamava: “Lindo!”. Em meio às comidinhas, gorgonzolas e pastas, encontrei o Tio Marcial e comentei: “O senhor entregou uma filha.” Ele: “Será que devolve?”. Acho que não...
“Ana, meu amor, minha vida, a chave é você. Te Amo!”- Ricardo para Ana
*trechos extraidos do depoimento de Ricardo para Ana - Orkut

That´s our Monalisa

quinta-feira, 18 de junho de 2009


Minha obra preferida é do pintor austríaco Gustav Klimt. Adele Bloch-Bauer, levou três anos para ser concluída, e mede 138 x 138 cm, sendo pintura em óleo e ouro sobre tela. Foi um pedido do industrial Belga Ferdinand Bloch-Bauer, que o apoiou financeiramente, sendo retratada a sua esposa, que leva o nome do quadro. Klimt pintou também mais duas telas, sendo uma outra intitulada Adele Bloch-Bauer II.
A Obra – Era intenção de Adele, que as obras de Klimt fossem doadas ao Austrian State Gallery. Quando os nazistas invadiram a Áustria, seu viúvo teve que deixar a Suíça, sendo toda a sua propriedade confiscada. Anos mais tarde, no testamento de Bloch-Bauer, o seu desejo era que sua herança deveria ser passada aos sobrinhos. Após uma disputa com o Governo Austríaco, foi estabelecido em 2006, que a sobrinha de Bloch-Bauer, Maria Altmann ficaria com essa e outros quatro pinturas de Klimt, sendo vendida para Ronald Lauder. Como Lauder disse e compartilho de sua opinião “This is our Mona Lisa”.
Meu interesse por Klimt deve-se as suas obras parecerem um misto de fotografia com pintura. A sensação é a de que, quando se olha alguns de seus quadros, parecer o personagem sair da tela. O rosto inspira uma verdade fotográfica, enquanto o resto do corpo emaranha-se em tinta, cor e ouro. Outro aspecto é a referência bizantina.
Para mim, Klimt é imbatível, e Adele Bloch-Bauer é magnificamente enfeitiçante. Seduz o admirador com seu olhar, atraindo para a infinitude do legado de Klimt.
Visite para conhecer mais obras de Klimt: http://www.gustavklimtcollection.com/

Gustav Klimt


Gustav Klimt (1862 -1918) - Pintor simbolista austríaco, nasceu em Baumgarten (Viena). Estudou desenho ornamental na Escola de Artes Decorativas, e associado ao simbolismo, destacou-se dentro do movimento Art nouveau austríaco. Klimt adquiriu a prática de desenho ornamental, além de cursos sobre a teoria de projeções, perspectiva e teoria do estilo.
A obra de Klimt passa por fases diferentes: a primeira, é marcada por um carácter histórico-realista, também associada à dualidade de Viena (realidade e ilusão). Desta época datam os desenhos para as alegorias "A Escultura" e "A Tragédia" (1896 e 1897).
No período Dourado a sua última grande pintura mural é o Friso Stoclet (1905 a 1909). É neste período que experimenta uma mudança no estilo, com motivos geométricos, deixando aparecer apenas algumas partes essenciais realistas, ainda é usada uma cobertura ao estilo bizantino, bastante cerrada, como mosaicos, onde o realismo e a abstracção se confrontam. Em "O Beijo" (1907/08), baseado em si mesmo e na sua amante Emilie, a mulher fatal aparece submissa, comunica uma sexualidade latente. "O Beijo" constitui o auge do período dourado. Já "Dánae" (1907/08) a sua provocação afirma-se de modo mais óbvio, junto à figura da mulher ruiva adormecida surge aquilo que muitos interpretam como uma torrente de moedas de ouro e espermatozóides.
Na primeira década do século XX o expressionismo faz com que o estilo dourado de Klimt deixe de ser usado. Em 1909 Klimt em Paris conhece as obras de Toulouse-Lautrec, fazendo com que Klimt deixe os motivos geométricos e o ouro. Sâo desta fase "O Chapéu de Plumas Negras" (1910); "A Vida e a Morte" (1916); "A Virgem" (1913). Ainda neste período, Klimt faz pinturas de jardins, paisagens campestres e do Castelo Kammer, refletindo as influências do cubismo, como a inclusão de elementos naturais e de construções.Suas últimas obras voltam-se para um lado mais erótico. São mais de 3000 desenhos, tendo como exemplo: "Mulher sentada com as coxas abertas", "Adão e Eva", "A Noiva"” e "Masturbação feminina ". Na época acusaram Klimt em “Ornamentação e Crime” do seu exagero erótico.


Referência: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sua origem e seu futuro

quarta-feira, 17 de junho de 2009


Eu acredito que um dos pontos mais importantes para a manutenção do bem viver emocional, é a família. Sempre tive orgulho de integrar o grupo da Família Finotti. Este é o pessoal que me acolheu quando nasci. Foram eles que me ensinaram os valores morais e éticos.
Desde criança sempre tive orgulho de ter Finotti como sobrenome. Fui educada em escolas que ensinavam a importância de acreditar na força deste nome, e chamavam seus alunos pelo sobrenome, uma vez que você deveria respeitar a sua origem.
Lembro que alguns amiguinhos criticavam a importância dada a esse fato. Na adolescência, muitos achavam que era arrogância, ou mesmo tradicionalismo arcaico.
Quando me ensinaram que era uma Finotti, me ensinaram que eu deveria representar de forma digna o meu grupo. Para mim, é isso que significa. Ser uma pessoa correta, íntegra, empática aos problemas dos meus irmãos, agir como uma dama procurando deixar os que estão ao meu lado de forma mais confortável. Ser Finotti é preservar o melhor de cada um, a fim de construir uma sociedade mais justa e igualitária.
Por tudo isso, vejo a importância de valorizar o sobrenome. Ele representa a sua origem e o que o seus descendentes serão.
Ressalto e não esqueço jamais, que a minha formação e sucesso de hoje, também devo aos Parreiras e Oliveiras. Aos Garcias e Polis. Aos Carrijos também. Sem esquecer-se de lembrar dos Felipes, afinal representam o meu futuro.

Orgulho de pertencer a turma de Jornalismo da UFG/95



Apesar de não convivermos diariamente, a sensação de estarmos juntos ainda é muito forte, pois, sempre ouvimos, lemos, e sabemos de coisas boas a respeito de todos. É muito gratificante ler as matérias da Tati. Descobrir que meu sogro é admirador do trabalho da Deire. Encontrar com pessoas que sempre elogiam a Repórter Marina. Ouvir elogios sobre os Professores: Márcio, Rogério e Adriana. Ter a ajuda do Leandro, sempre que preciso, e ainda ser leitora dos livros publicados. Também, achei interessante o design do livro do Walderez, e gostei muito de saber sobre o trabalho do Rezende na CAJU, parabéns! Tenho a honra de ter como prima a Cris. A Andréia sempre fará parte da minha vida, é parte da minha mãe.Já os faltosos... Sinto saudades das minhas companheiras de festa: Versana, Joicy, Isabel, e Karina. A animação da Jucimeire. O trabalho sobre facismo que fiz com a Sandra. O Wilfredo com seus cartões de aniversário, e saber que está atuando no Peru. Já o Willy, é o irmão mais velho lá de casa.Muita honra ter tido o Edson, e todos os outros como nossos professores. O nosso sucesso, devemos a eles. Tenho orgulho de pertencer a turma de 1995 da UFG