Talure Roupas e Acessórios - As Motherns vão gostar

quinta-feira, 30 de junho de 2011


Conferi e amei.
Para as Motherns uma ótima opção que veio para ficar é a Talure Roupas e Acessórios. Uma loja bem aconchegante e sofisticada, no Setor Marista, que conheci através do facebook. Possui roupas e acessórios lindos, com ótimos preços e atendimento excelente que deixa qualquer Mothern bem amparada junto ao seu filhote.
Uma dica é que muitas peças estão em promoção. Então Motherns, corram!
A Talure fica na Rua 1128 esquina com rua 1126, 542 - Marista. O telefone é 3541-4315.

XIX Oficinas de Férias Casa das Artes - Ótima opção para as férias

Crianças, adolescentes ou adultos podem curtir um julho de férias bem interessante com as oficinas da Casa das Artes. São oferecidas as seguintes oficinas: Formação do Ator, o Ator e a Musicalidade e a de Técnicas Circenses.

O custo de cada oficina é de R$ 30,00, e ainda haverá sorteio de bolsas pelo twitter e pelo facebook.


XIX Oficinas de Férias Casa das Artes

Quando: 4 a 29 de julho

Onde: Casa das Artes (Av. Anhanguera, esq com rua R1 Setor Oeste)

Quanto: R$ 30 por cada oficina

Informações: 3524-2422 (Casa das Artes), 8503–3073 (Produção), 3524–2542 (Goiânia Ouro)


A Secretaria de Cultura de Goiânia (Secult), juntamente com o complexo cultural Casa das Artes, abre as inscrições para a XIX Oficinas de Férias que serão realizadas de 4 a 29 de julho. Serão oferecidas três opções de oficinas, todas ministradas por profissionais de renome na cena artística goiana. Com preços populares e horários flexíveis, que se encaixam facilmente na rotina de quem tem as férias agitadas. As oficinas poderão ser feitas pelo público de todas as idades. Desde que os horários não choquem, uma mesma pessoa pode fazer duas modalidades.

Inscrições: Por e-mail: Enviar telefone para contato, nome completo, idade, nº do RG para o e-mail oficinas.casadasartes@gmail.com

Presencial: Casa das Artes (Av. Anhanguera esquina com rua R1, Setor Oeste) ou no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro (Rua 3 esquina com rua 9, Centro).

Sorteio de Bolsas: Algumas bolsas integtrais serão sorteadas pelos twitters (@goianiaouro e @casadasartesgo) e Facebook (/goianiaouro).

Modalidades e ministrantes

Oficina Formação do Ator (a partir de 16 anos)

Professor: Ivan Lima - Formou-se Ator e Diretor Teatral pelo Conservatório Nacional de Teatro do Rio de Janeiro, estudou com os Professores Ziembinsky e Eugenio Kusnet. Sua estréia no teatro foi em 1965 com a Comedie Française, na peça de Feydeau, Um Fil a La Patte, logo após participou de A Peregrina de W.B.Yeats, Santa Joana de Bernard Shaw.

Em São Paulo, estreiou em 1970 com Os Mistérios do Amor de Eduardo Borsato, participando entre outros espetáculos de O Comprador de Fazendas, com Dulcina de Morais, A Vida Escrachada com Marília Pera, A Ratoeira, com Irene Ravache e Joana Fomm,Tem Banana na Banda, com Darlene Glória, A Viagem, Antonica da Silva , Bye Bye Pororoca,Boy Meets Boy, HAIR, A Paixão de Drácula, GENI, Afinal Uma Mulher de Negócios, Perfume de Camélia,A Barca de Veneza, Tartufo, com Paulo Autram, São Paulo Nigth Andei, Vison Voador, 1789 Revolução Francesa (com Maurice Bèjart),entre outros.

Como Diretor Teatral fez Como é chato ser Deus, Os Mistérios do Amor, A Paixão de Drácula, Amor de Poeta, Na Alemanha dirigiu Dichterliebe na Ópera de Dusseldorf, Clara Schumam com Irene Ravache. Em Goânia, dirigiu Laio (sucesso de público), Olho de Edgard Allan Poe, para a Cia. 0ops!.. Recentemente, estreou o seu novo espetáculo: Monólogo para um Ator.

Vagas: 25

Data: 04 a 08 de julho das 19 às 21 horas

Oficina: Na maturidade, o mestre russo Stanislavski defendia a importância do Método da Ação Física. Para se compreender o método, tem-se primeiro de entender a ação física. Ela baseia-se numa premissa de toda a emoção flui independente da vontade - a menos que o ator possa sobre ela exercer total controle, assim como tem-se sobre o corpo. Dominando-se a ambos, a vontade passa a controlar emoções como os movimentos somáticos.

Na Oficina serão feitos exercícios em que a memória emocional é evocada, algo que Stanislavski desenvolveu como ferramenta de ensaio ou técnica de pesquisa. Ao final, há apenas o corpo, sob total controle. A interação entre ator e diretor passa, portanto, pelo desenvolvimento da melhor forma de desempenho, que se procura obter durante os ensaios, que será desenvolvida atrvés de Jogos Teatrais e Exercícios de Improvisação.

Oficina O Ator e A musicalidade – um teatro para se ouvir

Professor: Abílio Carrascal - Foi professor em 2006 e 2007 do curso de artes cênicas na UFG, ministrando as disciplinas oficina do espetáculo e ritmo – percepção e execução, além de outras. Atualmente é ator da companhia de teatro Nu Escuro- desde 2002- além de professor de teatro e de percussão.

Vagas: 25

Data: 11 a 15 de julho das 19 às 21 horas

Oficina: A oficina visa sensibilizar o aluno/ator para a linguagem musical. E estimulá-lo a utilizar e relacionar conceitos musicais em seu trabalho no teatro. Para isso, através de exercícios focando principalmente ritmos brasileiros, abordaremos temas como: A música como estímulo para a criação corporal; Percussão corporal e seu resultado estético; A sintonia rítmica no trabalho coletivo; Ritmo e coordenação motora; O caráter musical de um trabalho teatral; A produção musical do artista; O som e seu sentido cênico; A música como movimento; Ampliação das possibilidades artísticas estimulando o potencial criativo, interação e comunicabilidade; Exercício de domínio rítmico; Estudos de execução e criação no universo de percussão corporal.

Oficina Técnicas Circenses

Professor: Júlio Rodrigues - Cursos de Teatro: Centro Cultural Martin Cererê, Escola de Artes Veiga Valle, Fundação Cultural Otavinho Arantes. Professor de Teatro: Escola Parque. Whorkshops e Cursos de Danças: Quasar Cia de Dança, Escola de Artes Veiga Valle, Valux Cia de Dança. Cursos para Iniciantes e avançados na Linguagem Circense: Centro Cultural Martim Cererê, Escola de Artes Veiga Valle, Fundação Cultural Otavinho Arantes, Escola de Circo Lahetô, Escola Nacional de Circo (RJ). Gracilene Moura (XUXÚ) Cirque Du Soleil, Cia intrépida troupe de São Paulo, Circo Bolshói, Cia Pia Fraus. Coordenador da Escola de Circo Loninha - CEP em Artes Basileu França – 2009, 2010 e 2011.

Vagas: 25

Data: 25 a 29 de julho das 19 às 21 horas

Oficina: O trabalho terá um cronograma pautado com variações de técnicas que permeiam pelas linguagens do teatro, dança e circo. Buscando o aprimoramento do aluno para uma mente e um corpo que desafiam seus limites, quebrando bloqueios e abrindo horizontes.

Cronograma de aulas:
Breve aquecimento

Alongamentos iniciais

Aquecimento aprofundado com jogos lúdicos

Técnicas básicas de ginástica acrobática circense

Técnicas teóricas e físicas em aéreos

Experimentações livres, duplas e grupos

Didática de correções e limpezas de movimentações

Preparação física direcionada

Alongamentos e relaxamento finais

Material para aula

- Roupa adequada (Ginástica)

- Garrafa para água

- Toalha de rosto (caso soem muito)

- Caderno para anotações (Caso queiram fazer suas observações)

10º Encontro Nacional da Mulher Moderna - Bem estar e controle alimentar

Alfenim – Arte antiga e bem elegante para mesas de bolos para Amandica Indica


Alfenim – Arte antiga e bem elegante para mesas de bolos

Veja mais sobre esta matéria, fotos e receita de alfenim em: http://amandicaindica.blogspot.com.br/2011/06/alfenim-arte-antiga-e-bem-elegante-para.html


Conversando com a indicadíssima de Amandica Indica, Dra. Camila de Freitas, foi me dada a sugestão de pauta muito interessante para uma matéria a ser publicada aqui: “Por que não trata dos doces cristalizados e do alfenim?”. Como Dra. Camila e eu temos um gosto especial por trabalhos manuais e que sejam singulares, a idéia foi agradavelmente bem vinda. Comecei a minha busca por informações e foi muito interessante o que eu descobri.

Alfenim vem do Árabe “al-fenid” que significa aquilo que é branco, alvo. É uma massa de açúcar, água, limão, clara em neve e polvilho, que se leva ao ponto enquanto está quente, moldando figuras, como: flores, animais, sapatinho, chave, menina, ou o que a imaginar desejar. Assim, essas obras de arte são uma excelente opção para enfeitar mesas de doces.... Continua em: http://amandicaindica.blogspot.com.br/2011/06/alfenim-arte-antiga-e-bem-elegante-para.html

10º Encontro Nacional da Mulher Moderna - Mulher, mãe e profissional. Equilibrio difícil, porém possível.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Bazar de Inverno no Café Coreto


Além de ser um charme e delicioso o Café Coreto, a loja oferece produtos bem bacanas: Roupas adulto e criança, sapatos, underwear, hidratantes e sabonetes, utensilhos para cozinha, agendinhas, máquinas Fisheye 2 da Lomography e HUM.... Alfajores Havanna.............

Vale a pena conferir, e deliciar no Café e na Loja.

Café Coreto - Rua 142, 221 Setor Marista - fone: 3087 0309 (www.cafecoreto.com.br/)

Receita Mothern: Prática e Light de Pão de Queijo

Eu não sou adepta a trabalhos gastronômicos, mas, essas receitinhas são bem práticas para qualquer Mothern, que não goste ou não tenha tempo para "dar uma de cozinheira". Eu também não gosto muito de pão de queijo, mas, o Rubão e o pai...
Então, em uma reunião com o pessoal do CAMP-Gnia e da Fraternidade Clélia Torres, a cunhada Maria Helena, passou essa receita que além de prática é bem light.

Receita Cozinha Brasil

Ingredientes:

1 copo de requeijão de polvilho

1 copo de requeijão de queijo
1 caixa de creme de leite

Sal a gosto

Modo de Fazer:

Coloque todos os ingredientes em uma bacia. Amasse até formar uma massa homogênea, se estiver mole, pode acrescentar aos poucos polvilho. Faça os bolinhos e asse.

Receita Mothern: Rápida e fácil de Leite Condensado

terça-feira, 28 de junho de 2011

Vendo um material que estava em uma pasta, achei a revista Viva Sesi, em que se havia publicado uma receita de leite condensado fácil e rápida de fazer.

Receita do Cozinha Brasil.

Ingredientes:

1 xícara chá de leite em pó

1 xícara chá de açúcar cristal

1/2 xícara chá de água morna

Modo de Preparo:

Coloque no liquidificador a água e o açúcar, batendo por 5 minutos. Acrescente o leite em pó e bata por mais alguns minutos. Então coloque em um recipiente plástico e conserve em geladeira.

Rende 340g, com valor calórico de 83,04 kcal. E é rico em cálcio.

Lumière - Iluminador Facial da Rugol

O post mais visitado do blog é sobre o Creme de Alface Brilhante da Rugol Cosmetic  (patriciafinottiopiniao.blogspot.com/2010/04/creme-de-alface-brilhante-rugol.html). Por este motivo, em virtude das comemorações de 2 anos do Patricia Finotti Opinião, recebi o convite para experimentar o Lumière Iluminador Facil, que foi entregue ontem, via Correios. Segundo a empresa o creme é um tratamento completo para a pele: ação clareadora de manchas e anti-envelhecimento aliado à eficaz proteção solar FPS 15. E mais:
• Não contem ácidos, é totalmente natural.

• Contém ativos naturais como o óleo de rosa mosqueta, vitamina C e extrato botânico das flores de Bellis perenis (margarida), que proporcionarão clareamento da sua pele, em até 86% após 28 dias de uso diário do produto.

• Também age na prevenção das manchas, podendo ser usado, por qualquer tipo de pele, a partir dos 20 anos de idade.

• Uso diurno ou noturno.

• Lumière: clareia, ilumina e rejuvenesce sua pele.

Assim, daqui 28 dias, comento as minhas impressões sobre este creme, que além de ter embalagem um tanto sofisticada, possui um agradável cheirinho.

Eu compartilho a reciclagem. E você?

domingo, 26 de junho de 2011



Como tirar fotos de um jeito legal - Criança Mais Segura na Internet

sexta-feira, 24 de junho de 2011


Veja mais vídeos e informações sobre a segurança da criança na internet em:

É aquela história: "quem procura acha"... e pode achar um livro

domingo, 19 de junho de 2011

Totalmente sem inspiração, mesmo com alguns projetos em andamento, após semana de certa dedicação ao blog, estava pensando preciso de algo para dar um up na imaginação.
Não constumo deixar o computador ligado aos domingos, mas, hoje decidi fazer diferente. Entre os afazeres dominicais, comecei a pesquisar na rede sobre eventos na capital. Olha o que achei:


Achei um Livro - Lançamento do Projeto pela "Letra Livre


Local: Café Cultura - Goiânia Ouro

Endereço: Rua 3 com Rua 9 - Centro.


Fone: (62) 3524-2542

Site: http://www.goianiaouro.com/

Data: 26/06/2011

Horário: 20h.

Entrada Franca

Quem transita a pé por Goiânia deve ficar bem atento nos próximos dias. O selo Letra Livre, que trabalha com arte e literatura, lança no próximo dia 26 de junho um projeto que vai encher Goiânia com livros. A ideia é muito simples: vários livros serão espalhados principalmente pelo centro da cidade. Lugares como ponto de ônibus, banco de praça, porta de igreja ou botecos e até o meio de algumas árvores são pontos bastante passíveis de se tornar um esconderijo.

Você deve estar se perguntando "E se eu encontrar um desses exemplares? O que devo fazer?". Dentro do livro haverá algumas informações sobre o projeto, mas a regra é a seguinte - quem acha o livro fica sendo o dono e pode fazer o que quiser com ele. Uma sugestão é ler e esconder em outro lugar da cidade, mas é perfeitamente aceitável você pegar o livro pra você, afinal de contas, ele é seu.

Nesta primeira edição, o projeto espalhará 300 livros por toda a cidade. Para reunir esses exemplares o Letra Livre contou com a ajuda da Secretaria de Cultura de Goiânia - que doou 100 livros, e ainda as editoras Kelps e Contato que também doaram 100 livros cada. "Estamos muito animados com o projeto. Tem muita gente perguntando se vamos mudar o mundo ou acabar com o analfabetismo. Claro que não. A ideia não é essa, queremos apenas espalhar literatura na cidade. Os livros são simbólicos e representam uma porta ou uma janela pra qualquer lugar. E isso certamente terá algum impacto na vida de quem os achou. Apenas isso.", explica o produtor Kaio Bruno.

A Mothern: Jornalista

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Clipart: Google
A Série Mothern Profissional são reportagens que contam os impasses vividos por diversas mães que através de experiências do ambiente de trabalho tentam solucionar questões que envolvam o cotidiano de seus filhotes. Mães psicólogas, empresárias, comunicadoras, advogadas falam de como foi possível bem direcionar os seus filhos em situações de estresse, e ainda dão dicas valiosas para outras Motherns.

A Mothern: Jornalista Uma homenagem a todas as minhas colegas de profissão

“Ser mãe e profissional ao mesmo tempo é certamente a tarefa mais árdua da maternidade: Quando a criança ainda é pequena, se você está com ela, se preocupa com o trabalho, e quando está no trabalho pensa em seu filho.” Elaine Freitas


Maternidade, carreira, casamento, vida pessoal, casa, sucesso... São várias questões que agitam na cabeça da mulher moderna, e há momentos que não se sabe para onde ir. Conciliar todas essas questões, nós mulheres tentamos, e muitas de nós até conseguimos viver bem com tantos desafios.

Nessa última reportagem da Série Mothern Profissional, a entrevistada é uma jornalista, que tem conseguido burlar as dificuldades e alcançado o seu sucesso como Mothern e Profissional:

A Jornalista especialista em Comunicação e Marketing, Elaine Freitas, 33 anos, mesmo tendo iniciado a sua gestão como Mothern muito nova, tem tirado de letra os desafios vivenciados nesses últimos quinze anos com sua filha, a estudante Jessica. “No meu caso, as coisas foram um pouco complicadas durante a infância de minha filha, eu morava em uma cidade e trabalhava em outra, a 50 km de distância. E embora minha filha ficasse na casa de minha mãe, eu me preocupava por não participar ativamente de sua infância, já que o trabalho de jornalista exigia muito.” diz Elaine, que um dia, chegou a dormir na redação do jornal onde trabalhava, porque não tinha mais ônibus para voltar para casa quando terminou o seu plantão no jornal.

Tentar conciliar as duas perspectivas: ser mãe e ser profissional, foi muitas das vezes angustiante também para Elaine: “Lembro-me de chorar muito, não achava certo deixar minha filha com minha mãe. EU era a mãe e, embora muito jovem, EU que tinha de cuidar dela.”. Mas, mesmo sabendo conciliar Jessica a sua rotina, e passar pelos duros momentos de ausência com a filha, Elaine hoje está mais tranquila, ainda que passando por outros desafios. “Meu trabalho está menos intenso, pois sou concursada: outra batalha difícil de conquistar e que, para alcançá-la, tive de abrir mão do precioso tempo ao lado de minha filha. Agora os desafios são outros: lidar com a adolescência, por mais que eu tenha mais tempo, é complicado.” confessa essa Mothern.

Segundo Elaine, o adolescente sempre encontra na mãe uma figura má, que lhe manda fazer coisas chatas, que não lhe deixa viver a vida. “Muitas vezes encontramos mentiras, vemos em nossos filhos uma pessoa que não parece nem um pouco com aquela criança que criamos. É um desafio muito grande ter paciência, sobriedade, inteligência, calma para poder se relacionar diariamente com alguém nesta fase.” relata Elaine, que após uma fase conturbada com a filha, diz estarem bem unidas, resgatando aquela alegria bem de família. “Afinal, a família somos apenas nós duas, mais ninguém, uma tem que contar com a outra em todos os momentos.” conclui.

Quando se fala na questão da mãe profissional em relação ao filho, a Jornalista diz que como a profissão exige que ela esteja sempre bem informada, lendo muito, além de estar ligada nas novidades da internet: redes sociais, websites institucionais, e que são assuntos que realmente a interessam, tudo isso ajuda em muito a estreitar a relação das duas e a criar uma menor distância entre os interesses de ambas: “Como minha filha é adolescente, esses assuntos também estão em pauta no mundo dela, assim, encontramos muitos interesses em comum, e sempre mostro a ela alguns links e novidades relacionados a meu trabalho.”

Outro ponto que as aproxima, é o fato de Jessica ser desenhista, o que faz Elaine acreditar que a filha poderá ajudá-la futuramente em alguns trabalhos. “Ela pensa em ser designer, e a profissão de designer é uma das que mais complementa a de jornalista, talvez ela possa fazer os sites, enquanto eu trabalho no conteúdo. Já pensei nisso, embora não tente influenciá-la a nada.” confessa Elaine, que ainda diz que sempre procurou mesmo foi influenciar a filha na questão da leitura. “Sempre aparecia em casa com livros, revistas, jornais... mas, ela não é muito ligada à leitura, prefere a dinamicidade e praticidade da internet, que para mim é o mal desta geração.” diz a Jornalista que percebe o potencial da garota tanto em relação a escrita quanto ao desenho. (Realmente o que Jessica produz é material de boa qualidade que se pode conferir em seu blog: http://lovelyanise.deviantart.com/, até mesmo pelos textos em Inglês, que parecem serem escritos por uma garota nativa)

A Mothern admiradora de Jessica elogia o material do blog: “Não parecem coisa de adolescente, ela utiliza palavras de adulto, se expressa bem, tem um português impecável. Acho que tive certa influência nisso, talvez porque eu sou perfeccionista e exijo o mesmo dela.”. Elaine também percebe que a filha é muito crítica e tem opiniões semelhantes às suas: “Acredito que isso se deve ao fato de eu ser jornalista e estar sempre apontando minhas opiniões em casa, já que muitas vezes não posso fazer o mesmo na profissão, afinal liberdade de expressão? Isso não existe no jornalismo!” Mas, de uma coisa a Jornalista está bem certa: “Não quero que ela seja jornalista.”

Dicas da profissional a outras mães:

- A primeira dica é jamais decidir a profissão de seu filho. Claro que, muitas vezes sem querer, os pais influenciam e dão opinião, mas, a decisão deve ser deles. “Como Jessica gosta muito de desenhar, sugeri a ela que fosse arquiteta ou engenheira. Mas, ela foi a um evento da UFG que ensina a escolher profissões e disse não ter o menor jeito para isso. Então, limitei-me a dizer que ela escolha o que deseja, buscando não influenciar mais do que já influenciei. Esse é um momento dela.” conclui Elaine.

- A dica mais importante é uma que essa Mothern ainda não sabe: Como conciliar trabalho e maternidade? “Olha, não existe receita. Quando se olha para trás, você pensa em mil coisas que poderia ter feito no trabalho... ou mil coisas que poderia ter feito com seu filho. Ainda mais no meu caso, que criei minha filha sozinha, como pai e mãe.” diz a Jornalista, que acredita que o melhor é tentar conciliar, se dividir em duas, três... dar o melhor de si. “Esse é um desafio da mulher moderna, e é a primeira coisa que penso ao imaginar a possibilidade de engravidar de novo. E confesso: não quero enfrentar esse desafio de novo. Pelo menos, não agora...” finaliza Elaine.

10º Encontro Nacional da Mulher Moderna - Histórias reais de uma correspondente internacional

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Emoções conflitantes no pós-parto

Você é apaixonada pelo seu bebê mas, às vezes, sente que quer sua vida de volta. Egoísta? Desnaturada? Nada disso! Esses sentimentos são normais. E dá para lidar com eles sem sentir culpa


Patrícia Affonso - Site: http://www.bebe.com.br/

Foram nove meses superintensos: a expectativa crescendo a cada dia, os cuidados redobrados para dar tudo certo no final e o seu amor aumentando sempre que o bebê se mexia dentro da barriga. Para atestar a famosa teoria de que o mundo sorri para as gestantes, ainda não faltaram visitas afetuosas, telefonemas cheios de preocupação e uma incrível boa vontade para ajudá-la no que fosse preciso.

- Chegou o grande momento. O bebê veio ao mundo e, após a alta do médico, vocês seguiram para casa começando uma nova etapa. Nos primeiros dias, a sensação era de ser a mulher mais poderosa do mundo. Afinal, tem coisa mais importante do que gerar uma vida?

Acontece que, como toda novidade, a doce tarefa de ser mãe também oferece desafios, especialmente no início, durante a fase de adaptação. “Na gravidez, a mulher conta com tempo para digerir as mudanças e necessidades que vão surgindo. Assim que o bebê nasce, porém, ela tem poucas horas para incorporar o papel de mãe e cuidadora”, aponta César Ribeiro Fernandes, psiquiatra e psicoterapeuta, de São Paulo.

É aí que a felicidade, que parecia intocável, vai abrindo brechas para sentimentos confusos, dúvidas, medos... Para começar, bate um ciuminho ao perceber que os holofotes, que nos últimos nove meses apontavam para você e seu barrigão, agora mudam o foco: seu filho. E não adianta culpar apenas os outros. Sua atenção também se volta totalmente para aquele ser indefeso e dependente. Mas e você (suas necessidades, preferências, seus momentos e até seu casamento...)? Onde foram parar? Calma lá! Não dá para dizer que nos próximos meses você vai retomar tudo isso, mas, com jeitinho, as coisas se encaixam! E quer saber? Vai adorar a nova rotina, que no começo pode até soar meio impositiva.

Primeira lição: permita-se

Um dos grandes problemas enfrentados nesse período é entender e aceitar, sem culpa, esse turbilhão de sentimentos, nem sempre agradáveis. Se para isso precisar de um aval de peso, saiba que os especialistas são unânimes em dizer que toda mãe, por mais feliz que esteja com a chegada do herdeiro, sente-se, em algum momento, incomodada com as alterações que ocorrem em sua rotina. E vamos combinar que não são poucas, não é mesmo? Novos horários, mamadas constantes, choros persistentes e muitas vezes sem motivo aparente, noites em claro, licença do trabalho... Ufa!

Mas por que será que, mesmo diante de tantas justificativas sólidas, o assunto ainda é tabu para a maioria das mulheres? “Nossa sociedade tem uma visão idealizada da maternidade e cobra da mulher uma realização plena, absoluta e até inalcançável. Por isso, muitas mães entendem que, se questionarem algum ponto, estarão invalidando a felicidade e a gratidão de gerar uma criança”, explica a psicóloga Magdalena Ramos, de São Paulo, coautora do livro E Agora, o Que Fazer? A Difícil Arte de Criar os Filhos (Ágora).

O antídoto contra esse mal, que leva boa parte das mães a manter um silêncio sufocante e forçar uma alegria ininterrupta, é olhar para si mesma de forma mais compreensiva e racional. Afinal de contas, um sentimento não anula o outro. Mais do que isso: somente depois de identificar uma situação conflitante e refletir sobre ela é que será possível buscar soluções. “É normal intercalar momentos de contentamento e de vazio. Por exemplo, pensar no quanto considera delicioso dedicar-se ao bebê, mas avaliar que, vez ou outra, seria bom ter um tempinho para ficar sozinha e cuidar apenas de si mesma”, aponta a psicóloga Márcia Azevedo, de São Paulo. Então, nada de assumir verdades únicas e absolutas. Com a rotina atribulada que você terá a partir de agora, não faltarão emoções opostas se revezando no seu coração.

6 atitudes da mãe resolvida

1. Mentalizar. Quando se trata de bebês, tudo é rápido e transitório. Sendo assim, os primeiros meses, marcados por cólicas, sono inconstante e dúvidas, logo acabam.

2. Não passar os dias de pijama e coque. Arrumar-se sempre, logo ao acordar. Pode parecer bobagem, mas rende energia e motivação.

3. Não se cobrar perfeição nem se comparar com outras mães. Cada mulher tem um jeito de criar os filhos (até sua mãe é diferente de você) e a experiência virá com o tempo. Faça o seu melhor!

4. Aceitar ajuda. Pedir ao marido para verificar de que o bebê precisa durante a madrugada ou permitir que sua mãe dê aquela geral na casa, além de evitar a sobrecarga, deixa as tarefas em dia e dá uma sensação de controle sobre a vida!

5. Manter o olho na carreira. Se o que a incomoda é ficar afastada do trabalho, não se desligue completamente. Mantenha contato com os colegas, conserve-se atualizada sobre sua área, leia livros que possam trazer mais bagagem. Quem sabe dá até para fazer um curso rápido ou online durante a licença.

6. Não abrir mão dos seus objetivos, mesmo que precise deixá-los na geladeira por um tempo. Adiar não é desistir nem fracassar. Pelo contrário, aproveite a pausa para planejar, elaborar e, depois, retomar seus sonhos, como aquele MBA.

Anular-se, não!

Foi ao ouvir as amigas comentarem animadas sobre os programas de fim de semana que a redatora publicitária Juliana Castellan, 24 anos, começou a perceber quanto sentia falta dos momentos que dedicava a si antes de ser mãe. Até a ida ao salão de cabeleireiro havia sido suspensa! Aos poucos, ela resolveu retomar o espaço dela na agenda, respeitando sempre o tempo e ritmo do filho, Henrique, 1 anos e 5 meses. “Não posso apenas decidir ir ao shopping ou mesmo tomar um banho mais demorado, sem preocupação, pois sei que ele precisará de mim. Brinco que meus horários, agora, são propriedade dele”, diz.

É nesse cenário que figura outra questão que divide a opinião das mães: pedir aquela forcinha – à mãe, sogra ou amiga mais chegada – é uma alternativa viável? De início, é preciso considerar, de verdade, as necessidades da criança. Os três primeiros meses são os mais críticos, pois exigem cuidados constantes, como as mamadas a intervalos curtos, que, muitas vezes, não podem ser passados adiante. No entanto, à medida que o bebê cresce, dá para delegar funções. E acredite: sem danos. Aliás, é importante para o bebê se acostumar com outros ambientes e outras pessoas. Ajuda na socialização lá na frente. “É claro que se deve ir testando a criança aos poucos, para que se adapte sem traumas. Nesse sentido, é fundamental que a mãe transmita segurança sobre sua decisão”, afirma Márcia.

Identificada a oportunidade – pegar um cinema com o marido, ir à manicure, comprar roupas –, procure praticar o desapego. O vínculo criado com o bebê é tão forte que pode ser difícil se desligar dele, ainda que seja por uma horinha. Também se prepare para domar a culpa (outra vez essa vilã) – por delegar a outra pessoa uma tarefa, que, no seu entendimento, deveria ser apenas sua – e pensamentos do tipo: “Ninguém pode cuidar de meu filho tão bem quanto eu”. “Inconscientemente, a mãe se coloca nessas ciladas, que, no final das contas, levam à desagradável sensação de que vivem só para atender aos chamados da criança”, avalia Ana Paula Mallet Lima, psicóloga da Casa de Saúde da Mulher, da Universidade Federal de São Paulo. Ao deparar com essas cobranças internas, lembre-se: não é porque virou mãe que você deve deixar de lado os outros papéis que exerce na vida. Dê espaço também para a esposa, a amiga, a mulher vaidosa...

A executiva de contas Fernanda Ciccarelli M. Chahestian, 31 anos, mãe de Gustavo, 2 meses, atesta que compensa. “Se não me convenço a buscar ajuda apenas para ganhar um tempo para mim, penso que, se estiver sobrecarregada ou insatisfeita, posso não cuidar dele como deveria”, diz. Boa tática, pois o que é bom para você reflete em benefícios para o bebê.

Alerta vermelho

Sentir-se angustiada e pensar que seria bom ter uma folguinha do expediente tão intenso de mãe é para lá de normal. No entanto, se esse tipo de emoção prevalece e chega a sufocar a alegria de estar com a criança, fique atenta. Pode ser indício de distúrbios psicológicos que ocorrem após a gestação, como o baby blues e a depressão pós-parto. O primeiro é bastante comum: acomete entre 70% e 85% das mulheres. Os sintomas mais frequentes são choro fácil, insegurança, apatia e irritabilidade. “É um quadro benigno que dura dias ou poucas semanas e pode ser resolvido com auxílio familiar e social adequados”, relata o psiquiatra César Ribeiro Fernandes. Já a depressão pós-parto apresenta um quadro mais complicado. “A mulher sente uma tristeza profunda, que pode vir acompanhada de desinteresse em cuidar da criança e crises de pânico. Há necessidade de tratamento médico, que inclui a administração de remédios”, diz a psiquiatra e psicoterapeuta Elisabeth Sene-Costa, coordenadora dos Grupos de Auto-Ajuda da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata). A orientação primordial é não negligenciar os sinais: nada de relacionar a insatisfação constante ao cansaço, por exemplo. Na dúvida, converse com um especialista.

Tudo vale a pena

As mães desta geração certamente são as que mais sentem falta da independência pré-baby. Afinal, estão acostumadas a trabalhar, estudar, viajar... Enfim, usufrem da liberdade de ser e fazer tudo o que desejam. A advogada Juliana Cajano, 31 anos, que o diga. Para ela, a licença-maternidade pareceu uma eternidade. Tanto que a retomada da carreira foi rápida: ela retornou ao escritório assim que Maria Clara, hoje com 1 ano, completou 3 meses. “Em casa, a rotina é muito repetitiva e estressante. Trabalhando a gente tem que lidar com pessoas e situações diferentes o tempo todo. Só me dei conta da importância disso quando tive de abrir mão”, pondera. Para os primeiros meses como mãe não ficarem marcados como uma experiência repleta de renúncias, avalie com antecedência as responsabilidades que terá que incluir no cotidiano e aquelas que ficarão em stand-by por um tempo. Isso facilita (e muito!) o processo de adaptação. Por outro lado, tente aceitar suas necessidades (“Preciso de uma hora de massagem!”) e desejos (“Quero passar uma semana em Nova York livre, leve e solta!”) sem se cobrar uma postura de supermãe. E procure relaxar para curtir as delícias de cuidar do seu pequeno, como aquele sorriso que faz com que você nem sequer se lembre de como era a vida sem ele. 

2 anos

segunda-feira, 13 de junho de 2011


Comemorando 2 anos com Patricia Finotti Opinião.

A Mothern: Advogada

sexta-feira, 10 de junho de 2011

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A Série Mothern Profissional são reportagens que contam os impasses vividos por diversas mães que através de experiências do ambiente de trabalho tentam solucionar questões que envolvam o cotidiano de seus filhotes. Mães psicólogas, empresárias, comunicadoras, advogadas falam de como foi possível bem direcionar os seus filhos em situações de estresse, e ainda dão dicas valiosas para outras Motherns.


A Mothern: Advogada

“Dificil é não sentir aquela pontinha de culpa por deixar o filho e sair para o trabalho, isso sempre acontece, mas ter uma clara visão dos objetivos pessoais e familiares ajuda a superar essa fase.” Márcia Rodovalho


Deixar o filho para trabalhar é um desafio que causa grande pavor, principalmente nas mães de primeira viagem. Entretanto a vida da mulher contemporânea exige que ela o faça. A dor para ambos é grande, mas, quando se tem uma visão clara dos objetivos da família, essa temporária separação pode se tornar menos agressiva, é o que a Advogada e Mestre em Planejamento Urbano e Regional Márcia Rodovalho, 48 anos, mãe da Bacharel em Direito Ane, 22 anos, acredita.

Muitos outros desafios surgem com o desenvolvimento da criança, e para essa Mothern os primeiros momentos são extremamente importantes. “No início é preciso dedicação quase integral mesmo, pelo menos até os três anos, pois a criança precisa desenvolver-se emocionalmente e o vínculo com a mãe é fundamental nesta fase, depois obtemos mais liberdade para nos dedicar à nossa profissão.” diz Márcia que frisa a importância de se ensinar valores e preservar a qualidade do relacionamento entre mãe e filhos.

Para ter essa qualidade, de acordo com a advogada é preciso estar atenta ao mundo da criança e suas necessidades, o diálogo é sempre fundamental, bem como estabelecer limites claros e precisos, principalmente quando se passa muito tempo fora de casa. Outro ponto abordado por ela é saber como pretende criar os filhos: “quais os valores éticos, morais e religiosos são importantes a se ensinar, estar de acordo com o pai em relação a esses fatores, e ter, sobretudo, bom senso e flexibilidade, além de saber se adaptar e estar aberta às novas circunstâncias.” completa Márcia.

Na opinião dessa Mothern a melhor teoria é aquela que se aplica aos valores familiares. “Então volto à questão da nossa visão de mundo e dos limites que estabelecemos.” finaliza a mãe de Ane.

Dica para outras Motherns:

- Tenha sempre um novo objetivo pessoal à sua frente, filhos crescem e, consequentemente, um dia se afastam. Então esteja preparada para a tal síndrome do ninho vazio, porque neste momento seremos apenas faróis em suas vidas.

Para as Motherns

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Via e-mail por Dra. Wanessa Felipe <-Cacilda Leão

"PATRICIA, recebi este texto que minha sogra enviou, achei muito bonito, acho que pode te ajudar em seu blog.
Veja ...
Bj." Wanessa

“Nós estávamos sentadas almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em 'começar uma família'.
'Nós estamos fazendo uma pesquisa', ela diz, meio de brincadeira. 'Você acha que eu deveria ter um bebê?'
'Vai mudar a sua vida, ' eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
'Eu sei, ' ela diz, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas...'
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável. Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: 'E se tivesse sido o MEU filho?' Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzi-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro. Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
'Você jamais se arrependerá', digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.”

(Autoria Desconhecida)

Série MOTHERN: Psicóloga

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A Série Mothern Profissional são reportagens que contam os impasses vividos por diversas mães que através de experiências do ambiente de trabalho tentam solucionar questões que envolvam o cotidiano de seus filhotes. Mães psicólogas, empresárias, comunicadoras, advogadas falam de como foi possível bem direcionar os seus filhos em situações de estresse, e ainda dão dicas valiosas para outras Motherns.


A Mothern: Psicóloga

“Um grande desafio é a hora de saber separar a teoria aprendida e tentar sanar o problema com a vivência real no ato de simplesmente ser mãe”. Wanessa Felipe

De acordo com a Psicóloga/Psicanalista, Wanessa Felipe, 31 anos, mãe de Davi, 8 meses, aplicar a doutrina acadêmica no momento de impasse é um ponto a ser trabalhado no cotidiano de ambos. “No meu caso acredito que a separação dos momentos de atuar somente como mãe e os momentos que aplico a teoria na educação do meu filho são bastante parecidos, já que minha profissão trabalha com conteúdos emocionais do ser humano, em contrapartida percebo que, em meu cotidiano para com meu bebê, algumas teorias não funcionam para com a educação que tento dar a ele.” diz essa Mothern.

Para tanto ela cita um exemplo da teoria do comportamento em que aprendeu que é possível treinar o comportamento de uma pessoa desde bebê, mas no papel de mãe ainda não consegue usar esta teoria para a hora do sono de Davi. “Sempre quando ele acorda na madrugada, a teoria orienta a deixá-lo chorar no berço para o aprendizado de que deve-se dormir sozinho no berço sem que a mãe precise ficar com ele no colo, na teoria é assim, mas na prática não consigo deixá-lo chorando, pego no colo até que ele se acalme e durma.” confessa a mãe que acrescenta: “Este é um desafio que não sei se estou preparada a enfrentar.”

Além desse impasse da dicotomia teoria x realidade, Wanessa ainda cita os impasses da realidade de toda mulher moderna, e que ela também vivencia. “Vejo que a mulher contemporânea deixou de ser simplesmente a dona de casa e passou a exercer também papel de provedora, o homem vê a casa como lugar de repouso e a mulher tem o lar como uma espécie de segundo emprego.” reflete a Psicóloga.

A Mothern ainda diz que a mulher começou a acumular funções, o resultado disto é que algumas chegam a um nível de cansaço extremo, já outras têm uma melhor forma de lidar para não deixar que este cansaço prejudique na relação e educação com o filho. “São tantas coisas, além da mulher passar o dia inteiro no trabalho e ainda é preciso cuidar de outros a fazeres, verificar se o filho comeu, cuidar da cozinha, o almoço do marido...” mas, ainda sim é preciso entender e realizar-se nessas escolhas que muitas mulheres almejam, finaliza Wanessa.

Dica da Profissional a outras Mães:

- “Quando nasce um bebê, nasce também uma mãe”. Acredito que esta passa pela gestação se preparando para o momento do nascimento, que é especial e maravilhoso, e assim, começa uma incrível jornada.

- Acredito que uma dica a oferecer as mães é que estas usem amor, tranqüilidade e conhecimento para que a maternidade se torne prazerosa e bem vivida.

10º Encontro Nacional da Mulher Moderna

Primeira Dama da cidade de Goiânia, Tereza Beiler apoia Campanha do Agasalho de 2011

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A Campanha do Agasalho de 2011, promovida pela Prefeitura de Goiânia, através da Assessoria Especial da Juventude, tem recebido a simpatia de muitos Goianienses, e principalmente da Primeira Dama, Tereza Beiler, que em reunião na última semana com o Assessor da Juventude, Cairo Salim, disse ter a sua atenção voltada para esta iniciativa, a qual vê com especial importância. Para tanto, a campanha que teria fim no ultimo dia 31 de maio, será prorrogada por mais duas semanas.

A Campanha do Agasalho de 2011 tem como objetivo além da importância da solidariedade, a conscientização e reflexão sobre questões ambientais e sustentabilidade, por meio da pratica dos “Três Rs”: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Ao final da campanha todas as doações serão destinadas as entidades vinculadas a SEMAS.

As doações podem ser feitas na Assessoria da Juventude - Avenida República do Líbano, n.º 185, em frente à Praça do Avião, Setor Aeroporto.

Serviço:

Campanha do Agasalho 2011

Data: Até 17 de junho.

Local: Assessoria da Juventude - Avenida República do Líbano, n.º 185, em frente à Praça do Avião, Setor Aeroporto - assessoriajuventude@goiania.go.gov.br

Pedro precisa de Neocate Advance

Hoje recebi esse e-mail da minha amiga Camila:
"Queridos amigos,
Temos um casal de amigos do nosso grupo de casais da Igreja Nossa Senhora de Fátima ( Renata e Thiago) que são pais do pequeno Pedro de 2 anos.
Ele tem uma muito severa intolerância alimentar a sacarose, frutose , lactose, enfim pode se alimentar de raríssimos alimentos e um deles é o leite Neocate e o valor total de latas gastas ao londo do mês chega quase aos R$3mil. A prefeitura se negou a fornecer e este é um valor inviável dentro de qualquer orçamento, ainda mais que sua mãe precisou parar de trabalhar e vive em função de cuidar deste anjinho. DIgo anjinho , pois é assim que o vemos. 
Assim queridos amigos, pais e mães, peço a quem puder ajudar com qualquer quantia na campanha que estamos fazendo para este bebê nos envie por favor qualquer quantia que for possível.
Desde já agradeço e afirmo que jamais enviaria um email deste teor se não fosse algo realmente sério, verdadeiro e de muita necessidade.
Com carinho, Camila
Mais informações no perfil do orkut: Pedro precisa de Neocate Advance"

Série MOTHERN: Publicitária

sábado, 4 de junho de 2011

Foto: Internet
A Série Mothern Profissional são reportagens que contam os impasses vividos por diversas mães que através de experiências do ambiente de trabalho tentam solucionar questões que envolvam o cotidiano de seus filhotes. Mães psicólogas, empresárias, comunicadoras, advogadas falam de como foi possível bem direcionar os seus filhos em situações de estresse, e ainda dão dicas valiosas para outras Motherns.  
MOTHERN: Publicitária

"As gerações, assim como o mundo, tem que evoluir, e não regredir". Fabiana Fonseca Costa


A falta de tempo para os filhos é um dos maiores desafios relatados por todas as mães que tenho conversado. Para a Publicitária Fabiana Fonseca Costa, 31 anos, mãe de Victor Fonseca Santana, 12 anos, esse também é o seu maior desafio, pois é difícil encontrar tempo para estar junto do filho e acompanhar o seu dia a dia. “Acabo sendo mãe por telefone durante a semana, pois quando chego em casa, ele já está dormindo.” confessa Fabiana.

A solução para esse impasse é a tentativa de compensar essa "ausência" nos finais de semana que não trabalha. Fabiana diz que nesse tempo, procura aproveitar o máximo, sem deixar de corrigir Victor: “pois se eu deixar os complexos, como falta de tempo, tomar conta da nossa relação, não será saudável para nós dois. Assim, tento criá-lo para que seja um adulto bem resolvido, tanto como pessoa, quanto futuro profissional, mas às vezes acho que cobro demais, quando se trata de escola e respeito ao outros, mas sempre tentando acertar.” Quando Victor tenta justificar seus erros, baseados nos da mãe, ela sempre diz: "As gerações, assim como o mundo, tem que evoluir, e não regredir".

Outra preocupação de dessa mothern é promover a criação de seu filho preservando os valores morais e o respeito ao próximo. Ao que tenho visto Fabiana, apesar de seu pouco tempo com o filho, tem bem o criado. Percebe-se isso pela polidez e educação que Victor recebe as pessoas, e também pelo imenso carinho com sua genitora em eventos sociais.

O desafio da Mothern: Publicitária – “Como trabalho em um meio "liberal", sempre converso com ele sobre os valores que aprendemos, e a minha opinião sobre a relevância dos valores sociais” disse Fabiana. Mas, não é por isso que o deixa escravizado a ideias que o possam tolher formação de sua personalidade. Para tanto, sempre o estimula a ter sua própria opinião em relação a tudo e juntos chegarem a uma perspectiva em comum, a fim de construírem com isso uma relação maravilhosa e de muito respeito e confiança.

Dica da profissional a outras mães:
- Nós pais, sempre pensamos em deixar um mundo melhor para nossos filhos, mas será que estamos deixando um filho melhor para o mundo?