Direção defensiva sempre!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010


Após dez anos de carteira de habilitação e a mínima necessidade ou vontade em possuir um automóvel, mas agora, um bebê de dois anos indo para a escola e o mercado de trabalho me esperando, a vinda de um carro veio a calhar. Rendi a essa necessidade do mundo contemporâneo.

Há três meses com a chegada do automóvel, e o meu verdadeiro pavor por tal meio de transporte, fizeram com que repensasse a forma de como dirigir um carro, e tomasse a atitude de buscar por um profissional especialista em direção defensiva. Eis, que fui agraciada com as aulas do Sr. Iran, instrutor competente que muito me ajudou nessa nova etapa de minha vida.

Sabia que o trânsito na cidade era uma guerra, entretanto aprendi que a batalha é vencida a cada esquina. Para isso, é preciso de bem estar emocional e conhecimento de direção defensiva.

O que é Direção Defensiva? Dirigir defensivamente é o ato de conduzir o veículo de modo seguro, para evitar qualquer tipo de acidente, que consiste em estar atento com você e com os outros ao seu redor, antecipando-se a atos inseguros próprios e principalmente de terceiros. A direção defensiva está além dos procedimentos fundamentais para realizar uma viagem segura, como respeitar a sinalização e os limites de velocidade, utilizar cinto de segurança nos bancos dianteiros e traseiros, transportar crianças em dispositivos adequados. Para tanto algumas dicas que aprendi com o Sr. Iran:

- Para dirigir com segurança, o motorista deve conhecer as regras básicas do novo Código de Trânsito Brasileiro e dos riscos que corre ao infringi-las. Isto não significa que ele precise memorizar toda a Lei, pois a prática tem se mostrado a maior fonte de conhecimento para o motorista.

- Toda a atenção é necessária à direção.

- Ser previdente é extremamente importante para o motorista. É preciso desenvolver a habilidade de antecipar possíveis eventualidades e de preparar-se para elas.

- A intensidade da luz solar pode prejudicar a visão e o motorista minimiza o problema usando a pala interna do automóvel ou óculos escuros. Se o excesso de luminosidade for causado pelo farol alto de outro automóvel, deve-se piscar o próprio farol para alertá-lo e, se não der resultado, volta-se rapidamente os olhos para o acostamento do lado direito.

- Observar sempre as condições climáticas. Dependendo da condição adversa, pode-se desde dirigir com mais prudência, utilizando-se os faróis baixos e reduzindo a velocidade, ou mesmo, estacionar no acostamento, esperando melhorar o tempo para prosseguir. Na chuva fraca, a falta de aderência se prolonga e, se o carro entrar em velocidade excessiva numa camada d'água, o que poderá ocorrer a aquaplanagem - perda de contato entre pneus e pista, provocando o deslizamento do automóvel. Tire, então, o pé do acelerador, não pise no freio e nem faça movimentos bruscos com o volante. Você retomará o controle do veículo assim que os pneus voltarem a entrar em contato com a pista.

- Dirigir com segurança é saber fazer uma curva corretamente. Ao entra em uma freie sempre antes. Caso seja inevitável frear durante a curva, apenas dê leves pisadas, acertando a direção do veículo. Outra dica é fazer a curva pisando levemente no acelerador, o que aumenta a aderência do seu carro. Já no caso de uma curva fechada e em descida é aconselhável trocar a marcha por outra mais reduzida.

- Para não bater no veículo que parou repentinamente à sua frente, o motorista deve manter uma distância de seguimento, que envolve um tempo de parada e de reação. Filas de veículos são perigosas, principalmente quando os carros estão colados. Qualquer freada mais brusca pode iniciar colisões sucessivas. Lembrando que quanto maior a velocidade do tráfego, maior deve ser a distância entre carros. Procure parar o seu veículo de modo você possa ver os pneus traseiros do carro da frente. Assim, é possível evitar maiores problemas.

- Fique atento aos sinais do veículo da frente, como luz de freio e indicador de direção, pois eles refletem o que o motorista pretende fazer. Sempre que possível, procure identificar os obstáculos a fim de antecipar situações em que o motorista da frente seja obrigado a realizar manobras bruscas.

- Ao estar atrás de uma caminhão ou ônibus, procure deixar uma distância maior entre os veículos, para que tenha visibilidade melhor do semáforo, e caso tenha que frear devido o sinal vermelho, o tempo contribuirá para a segurança.

- Além da atenção voltada para o veículo da frente, o motorista não pode esquecer do trânsito da retaguarda. Não se mostre indeciso e planeje seus movimentos para não confundir o motorista de trás. Informe sobre o que você pretende fazer, através da sinalização. Pise no freio lentamente e sinalize com a luz das lanternas. É bom lembrar que não se deve permitir que outros veículos colem na traseira de seu carro: seja cortês e ajude-os a ultrapassá-lo, se for o caso. Ainda, esteja atento antes de qualquer manobra, veja pelo retrovisor para ver se não vem nenhum carro atrás. Um movimento inesperado pode provocar um acidente.

- Ao ser ultrapassado continue prestando atenção. Muitas vezes, o motorista que tenta fazer a ultrapassagem joga o carro para a direita, fugindo de outro veículo que vem na direção contrária. Portanto, mantenha-se à direita sempre.


- Ultrapassando ciclistas ou motociclista, é preciso reduzir a marcha do carro, deixando bastante espaço livre para que ele circule com segurança. Quando dobrar à direita, observe se há algum ciclista ou motociclista circulando entre o meio-fio e o seu veículo para não o atropela-lo.

- Cuidado nos cruzamentos. Ao se aproximar do cruzamento, reduza a velocidade e mantenha o pé descansando sobre o pedal do freio para uma emergência.


- Respeite a velocidade máxima da pista e sua sinalização.

- Não se apresse mesmo que alguém buzine. Tenha atitudes tranqüilas e se for o caso deixe o outro motorista passar.

- Faça revisões periódicas em seu carro para que ele possa responder com eficiência em situações de emergência.


- Não esqueça: seja sempre cortês. Ser educado ajuda e muito em todas as situações.

Salvador vista aérea pela GOL

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Veja foto publicada em:
http://www.flickr.com/photos/voegol/4691059225/

Parabéns Vovô Wagner!!!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Fui indicado para o Top Blog

quarta-feira, 8 de setembro de 2010


Cooperativa de crédito: economia mais solidária e inclusão social

terça-feira, 31 de agosto de 2010

*Artigo (parte) publicado na Revista Escrita/CRC-GO nº 13

O cooperativismo tem sua importância em relação ao crescimento econômico do país. Um exemplo são os das cooperativas de crédito que vem ocupando os espaços deixados pelas instituições bancárias não só nas pequenas comunidades, mas, principalmente nos grandes centros financeiros, ofertando serviços mais adequados as necessidades das pessoas.
Segundo a Agência de Estatística da União Européia, as cooperativas de crédito representaram no início desta década, 46% das instituições de crédito naquele continente, sendo responsáveis por 15% das operações de intermediação financeira. Já o Brasil está classificado como o 18º país do mundo com maior expressão nesse setor, sendo atualmente 1.422 cooperativas de crédito com 3,2 milhões de associados.
A expansão desse sistema de crédito deve se a concepção do seu formato. O cooperativismo é um modelo socioeconômico capaz de unir desenvolvimento econômico e bem-estar social, tendo como referenciais a participação democrática, a solidariedade, a independência e a autonomia. O sistema é baseado na reunião de pessoas e não no capital, tendo como principal objetivo às necessidades do grupo e não do lucro. O cooperativismo de crédito proporciona a prosperidade conjunta, otimizando a distribuição e a circulação da renda, podendo atuar como agente de desenvolvimento local. São instituições financeiras integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN), sendo o seu funcionamento definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e suas operações fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil.Com estas perspectivas o cooperativismo é uma alternativa socioeconômica que tem atraído diversos associados.
Através da cooperativa de crédito é possível promover uma economia mais solidária e de inclusão social. Além de facilitar o acesso ao crédito e a outros produtos financeiros, proporciona a cultura da poupança e concessão de empréstimos a juros abaixo do mercado.
Todo sistema de cooperativa de crédito é regido pela Lei 5.764/71 e por Resoluções do Conselho Monetário Nacional. É uma instituição financeira com forma e natureza jurídica própria, sem fins lucrativos e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil. Podem ser associados empregados de uma empresa, servidores públicos, profissionais liberais, trabalhadores de determinada categoria, micro e pequenos empresários e empresários em geral.
Para criar uma cooperativa de crédito é preciso reunir de 20 a 30 pessoas para serem sócios fundadores, com capital inicial de R$ 3.000,00, isso no caso de empregados de uma empresa, servidores públicos, profissionais liberais, trabalhadores de determinada categoria. Outras situações podem ser obtidas através de Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB -, Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob – Brasil, Confederação Interestadual das Cooperativas Ligadas ao SICREDI , SEBRAE e o site do Banco Central: www.bcb.gov.br.
Para criar uma cooperativa de crédito é necessária a elaboração de um projeto que demonstre sua viabilidade econômica e organizacional; o apoio de uma entidade já existente e estruturada, organizar uma Assembléia Geral de Constituição onde será aprovado o Estatuto Social, e eleitos os membros para compor a Diretoria e Conselho Fiscal, então encaminhar a documentação de constituição para o Banco Central do Brasil para obter a autorização de funcionamento da cooperativa e após a obtenção da autorização, encaminhar para registro na Junta Comercial.
A organização de uma cooperativa de crédito tem uma estrutura sólida e dividida, e é dirigida e controlada pelos associados. A Diretoria pode ser composta por no mínimo três, sendo: Diretor Presidente, Diretor Operacional e Diretor Administrativo, com mandato de até 4 anos. O Conselho Fiscal é formado por seis membros, sendo três efetivos e os outros suplentes, e o mandato não pode ser superior a um ano. É importante lembrar que neste último caso, é permitida apenas a reeleição de apenas um dos membros efetivos e um dos suplentes. Ainda sobre o exercício de cargos de associados na cooperativa, é necessário ressaltar que o associado não pode ao mesmo tempo ser empregado da cooperativa e integrante de órgão estatutário, assim como não podem compor o conselho fiscal os empregados de membros integrantes do conselho de administração. Ainda, é também ao associado, impedido de ser, concomitantemente, membro dos conselhos de administração e fiscal.
Sobre as condições para exercer os cargos eletivos, seja de Diretoria ou de Conselho Fiscal, o interessado não pode ter restrições cadastrais, relacionadas, como por exemplo, o Serasa e SPC; é preciso ter reputação ilibada, aferida através do exame de informações cadastrais, e capacitação técnica compatível com o exercício do cargo; não estar impedido por lei especial, nem ter sido condenado por crimes de sonegação fiscal, de prevaricação, de corrupção, contra a economia popular, ou contra o Sistema Financeiro Nacional, entre outros; não deve ser declarado inabilitado para cargos de administração em instituições financeiras; não haver sofrido protesto de títulos e nem ter sido condenado em ação judicial de cobrança; não participar da administração de qualquer outra instituição financeira não cooperativa; não deter mais de 5% do capital de qualquer outra instituição financeira; e não possuir parentes, até o 2º grau dentre os demais integrantes dos órgãos estatutários da cooperativa.
Casos de sucesso - Existem diversos exemplos de sucesso que tem como parâmetro cooperativas de crédito. Um exemplo que nasceu desse sistema é o BankBoston, que originou a partir de uma cooperativa de exportadores e importadores, criada no fim do século XVIII. Outro caso envolvendo grande empresa, é o circo canadense, o Cirque du Soleil, que tem como exemplo a relação de confiança que o sistema estabelece com os associados.
No Canadá o cooperativismo detêm mais de 50% do mercado financeiro. No caso do Circo du Soleil, o seu idealizador, que era um dos artistas, procurou o sistema bancário para pedir financiamento para o empreendimento, que foi negado. Então buscou apoio no sistema cooperativista da região, onde teve suporte com pequenos recursos, assim, nasceu o que hoje conhecemos como um dos maiores espetáculos do mundo.
Patricia Finotti

CAMP-GNA comemora 37 anos e recebe homenagem na Câmara de Goiânia

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Mais que merecida é a homenagem que o casal Paulo Henrique e Jadyr recebe hoje na Câmara Municipal de Goiânia. Sempre dedicados e preocupados em ajudar ao próximo, seja materialmente, ou mesmo com uma palavra amiga.
Em Goiás fundaram a 37 anos a primeira instituição voltada para a inserção de adolescentes carentes no mercado de trabalho, o Círculo de Apoio a Aprendizagem Profissional de Goiânia – CAMP-GNA.
O CAMP- GNA é uma ONG que tem finalidade social e educativa, sem distinção de sexo, cor, raça, credo religioso, sem filiação política partidária e sem fins lucrativos, que atende jovens entre 14 anos a 18 anos. Foi denominado inicialmente por Circulo de Amigos do Menor Patrulheiro, e a sua atuação é filantrópica, visando a promoção humana, atendendo jovens em situação de vulnerabilidade social, com a finalidade de integrá-los socialmente.
O adolescente passa por triagem socioeconômica e teste avaliativo (Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e Atualidades), com conhecimento até o 9º ano do Ensino Fundamental. Através do Curso Assistente Administrativo o atendido desenvolve e adquire conhecimentos necessários para a sua formação pessoal, social e profissional.
Desde a sua fundação a ONG já preparou e encaminhou cerca de 5.300 jovens para o mercado de trabalho. Muitos destes hoje são empresários que recebem outros adolescentes que passam pelo CAMP-GNA.
Atualmente o CAMP-GNA conta com diversas parcerias com empresas de variados seguimentos.

Casa para Fred

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Fred é um Cocker Spaniel Inglês dourado, 11 anos, viuvo há 2, que precisa de um novo lar. É brincalhão, atencioso, dócil e carinhoso, mas ao mesmo tempo carente. Por isso, necessita de atenção e dedicação.
Com os nascimentos dos netos de seus donos, Fred ficou sem sua atenção, e está muito carente. Assim, queremos muito um novo lar para o nosso amigo, onde não sinta mais só.
Fred está devidamente vacinado e bem cuidado na espera de seu novo lar..